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Entre hábitos e monges
Se apenas mudar de traje fosse suficiente para nos tornarmos pessoas
melhores, tudo seria muito mais fácil. Já imaginou se, quando vestíssemos um
terno ou outra roupa mais formal, o software de bons modos, polidez e
elegância, viesse incluído no pacote? Ou, quem sabe, se o simples fato de
vestir a camisa de um time de futebol já nos transformasse num grande
craque? O “hábito não faz o monge, mas o faz parecer de longe”, como diz o
ditado, neste caso diz respeito apenas à casca, não ao comportamento. Mas o
hábito pode “fazer o monge” desde que ele seja encarado não como o hábito
vestimenta, mas como o hábito enquanto prática, comportamento, atitude.
Para falar sobre hábitos do ponto de vista da criatividade aplicada ao
crescimento pessoal, torna-se difícil não recorrer ao exemplo dos maus
hábitos, àqueles que devemos dedicar certa atenção, pois tendem a imobilizar
a nossa mente, colocando-a em um estado de espera, em um stand-by a ser
interrompido apenas quando algum grande evento externo nos obrigue a agir.
Um dos maus hábitos em criatividade é a incapacidade de fazer novas
perguntas, em qualquer situação, imaginando que isso possa soar como falta
de inteligência diante das outras pessoas. Fazer perguntas sempre nos coloca
em um estado ampliado de curiosidade, que por sua vez nos obrigará
a fazer perguntas cada vez melhores. Como sabemos, as melhores respostas
vêm das melhores perguntas.
Outro mau hábito que interfere na nossa capacidade criativa é a dificuldade em
expressar nossas idéias, algo intimamente ligado à nossa capacidade de
comunicação, do fazer-se claro e compreendido. Ter idéias apenas não basta.
Quando elas não são colocadas pra fora de forma clara e pertinente, ficando
em ebulição na mente, correm o risco até mesmo de se transformarem em uma
febre.
Um terceiro mau hábito diz respeito à nossa acomodação, ao desejo de
procurar um barranco para encostar, à espera do fim do mundo. Você já está
satisfeito com o atual estado das coisas em sua vida? Se sim, parabéns, se é
que alguém goste de ser parabenizado por isso. Você se acomodou e tem tudo
para transformar a necessidade de criar num grande incômodo. Nada que um
hábito – o traje – confortável, de algodão, macio e quentinho não ajude. Assim,
você pode descansar tranqüilo, numa meditação eterna, enquanto outros criam
e decidem por você.

monk

Se apenas mudar de traje fosse suficiente para nos tornarmos pessoas melhores, tudo seria muito mais fácil. Já imaginou se, quando vestíssemos um terno ou outra roupa mais formal, o software de bons modos, polidez e elegância, viesse incluído no pacote? Ou, quem sabe, se o simples fato de vestir a camisa de um time de futebol já nos transformasse num grande craque? O “hábito não faz o monge, mas o faz parecer de longe”, como diz o ditado, neste caso diz respeito apenas à casca, não ao comportamento. Mas o hábito pode “fazer o monge” desde que ele seja encarado não como o hábito vestimenta, mas como o hábito enquanto prática, comportamento, atitude.

Para falar sobre hábitos do ponto de vista da criatividade aplicada ao crescimento pessoal, torna-se difícil não recorrer ao exemplo dos maus hábitos, àqueles que devemos dedicar certa atenção, pois tendem a imobilizar a nossa mente, colocando-a em um estado de espera, em um stand-by a ser interrompido apenas quando algum grande evento externo nos obrigue a agir. Um dos maus hábitos em criatividade é a incapacidade de fazer novas perguntas, em qualquer situação, imaginando que isso possa soar como falta de inteligência diante das outras pessoas. Fazer perguntas sempre nos coloca em um estado ampliado de curiosidade, que por sua vez nos obrigará a fazer perguntas cada vez melhores. Como sabemos, as melhores respostas vêm das melhores perguntas.

Outro mau hábito que interfere na nossa capacidade criativa é a dificuldade em expressar nossas ideias, algo intimamente ligado à nossa capacidade de comunicação, do fazer-se claro e compreendido. Ter ideias apenas não basta. Quando elas não são colocadas pra fora de forma clara e pertinente, ficando em ebulição na mente, correm o risco até mesmo de se transformarem em uma febre.

Um terceiro mau hábito diz respeito à nossa acomodação, ao desejo de procurar um barranco para encostar, à espera do fim do mundo. Você já está satisfeito com o atual estado das coisas em sua vida? Se sim, parabéns, se é que alguém goste de ser parabenizado por isso. Você se acomodou e tem tudo para transformar a necessidade de criar num grande incômodo. Nada que um hábito – o traje – confortável, de algodão, macio e quentinho não ajude. Assim, você pode descansar tranquilo, numa meditação eterna, enquanto outros criam e decidem por você.

texto original de Eduardo Zugaib, profissional de comunicação e palestrante

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Como a maioria dos freelancers AMAM o que fazem, pode parecer aceitável trabalhar mais de 80 horas por semana. Ok, às vezes você tem que tirar da frente aquele job e correr contra o relógio, mas isso não pode se tornar uma regra na sua vida.
Aqui vão algumas dicas de como balancear vida pessoal e trabalho:

1. ninguém é produtivo por 80 (ou +) horas na semana
Com pouquíssimas exceções, nunca vi ninguém que pudesse trabalhar mais de 80 horas. Alguma coisa está errada se você gasta todo este tempo trabalhando.  Se você não consegue sobreviver com seu trabalho usando menos do que 80 horas na sua semana… hora de repensar sua profissão!

2. 17:00! Hum… comece a pensar em uma pausa no trabalho.
Muitos de nós temos filhos pequenos, e eles dormem cedo. Portanto, se você tem um trabalho pra terminar, espere eles dormirem pra fazê-lo. O final da tarde é o horário onde você deve priorizar a família, deixe o trabalho no final da lista de prioridades, quando começa a cair a noite. Depois de jantar com a família, ver as crianças irem dormir… aí você pode se dar mais umas três (ou cinco?) horinhas de trabalho. Você vai ver como vai ser mais produtivo!
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3. A hora do jantar é importante!
Veja porque é importante parar perto das 5h da tarde, você terá algumas horas para brincar com seus filhos, interagir com eles, conversar com sua esposa (namorada, namorado, namorido, noiva…), com a família, com os amigos. Saia da frente do computador e seja social um pouco, com as pessoas que são importantes na sua vida.

4. Saia de casa!
É imperativo que você saia de casa, do escritório, enfim, do seu lugar de trabalho. Pessoalmente, tenho tentado ir a lugares bonitos, parques, lagos, lugares onde eu consiga tirar boas fotos. É uma outra forma de criatividade que permite que minha mente se liberte. A criatividade não é algo que eu possa desligar na minha mente, mas eu posso ser criativo sem estar hipnotizado pelos pixels do computador.

5. Tente fazer algo que oxigene o corpo (e a mente!)
Não sou um cara super magro e sou bem preguiçoso, mas sempre que posso ando se bike pela vizinhança e levo meu filho comigo. É um momento que consigo ter total silêncio e clarear minhas idéias, alem de suar (e emagrecer!) um pouco.

Lembre-se que o trabalho é sua ferramenta pra ganhar grana, não é sua vida. Dinheiro é uma justificativa temporária para não estar lá, com as pessoas que você ama.
O tempo voa, as lembranças são “priceless”. Prefira a vida ao trabalho, a cada chance de escolha que você tiver.
Assim que você tiver acabado seu trabalho, claro! 😉

texto original
by Allan Branch

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