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Posts Tagged ‘pequenas empresas’

Se você é um empreendedor que implora pela atenção da mídia, você deve se perguntar: “por que não sou eu que estou na frente das câmeras?”

Fazer do seu negócio o “queridinho” da mídia leva tempo e planejamento. Se você realmente quer publicidade gratuita, o melhor é você começar o processo de se tornar o líder do seu segmento.

Aqui vão três passos básicos pra começar:

1. Escreva um comentário quando você ler algum texto que tenha relação com sua empresa ou que impacte indiretamente no seu negócio.
Sempre que publicar um comentário, copie e salve ele em um documento, anotando o site e a data. Assim, você conseguirá acompanhar as respostas e outras  pessoas que se interessam pelo assunto.

2. Contate produtores de televisão e passe a eles informações inéditas, que faça com que você seja a única opção de entrevista para eles.
Escreva e pratique o seu discurso de 30 segundos. Vai que te chamam para ir ao ar… 😉

3. Fale em eventos do setor. Empreendedores que são apaixonados pelos seus projetos não podem ficar quietos. A idéia não é entregar seu conhecimento “de bandeja”, mas sim prover conteúdo suficiente para validar seu expertise e motivar os ouvintes a comprarem sua ideia.

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Se você se comprometer a seguir estes três passos, você estará cada vez mais próximo dos seus 15 minutos de fama.

livre tradução do texto de Shirley Frazier

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business
Não monte uma empresa.
O mundo está cheio de mega-corporações dispostas a te pagar um bom salário, uma volta ao mundo e, de repente, até uma secretária.
Não monte sozinho.
Tenha bons sócios. Ou não apenas bons: sócios que te complementem: você precisa de gente que seja excepcional no que você não é. (São raríssimos os casos de empreendedores solitários; às vezes você não vê, mas procure que você vai achar o sócio que toca a empresa enquanto o outro aparece no jornal.) Acho que uma afinidade profunda entre os sócios é fundamental para a empresa funcionar bem.
Escolha um mercado grande,
que já exista e, de preferência, que esteja crescendo. A escolha do seu mercado pode ser o fator mais importante para definir o seu sucesso/fracasso. O erro de muita empresa é entrar no mercado errado.
Tenha um mantra
não missão, visão e valores. (Você não tem tempo para pensar nisso agora.) Três palavras têm que resumir o que você está fazendo. E, se você e seus sócios não estão alinhados nisso, desista rápido. Desista também se você não consegue resumir em três palavras o que vocês querem fazer.
Resolva um problema do cliente,
e não seu. Saiba exatamente o qual é o problema que o seu produto vai resolver, conheça quem tem esse problema e quanto essa pessoa pagaria para vê-lo resolvido. Não monte um bar só porque ainda não existe na sua cidade um bar igual àquele de Berlim. (Bares e restaurantes são os negócios relativamente fáceis de abrir e extremamente difíceis de tocar, aliás. Evite.)
Fluxo de caixa é (muito) mais importante do que business plan.
Você não morre se não seguir o planejamento estratégico – às vezes, cresce até mais rápido. Mas errar no fluxo de caixa pode te matar ou, pior, deixar você numa situação de tensão permanente, que impede que você pense no fundamental: equipe, desenvolvimento de produto e vendas.
Esqueça o business plan.
Tenha uma meta clara ligada a vendas. Desenvolva o seu produto, tenha os seus deadlines e trabalhe. Flexibilize seu foco/nicho se for para gerar caixa. (Isso pode te ajudar a descobrir um perfil novo de clientes que você não enxergava antes de montar a empresa.) É muito raro uma grande empresa que faz hoje o que ela nasceu para fazer.
Velocidade é mais importante do que tudo.
Corra para colocar o seu produto na prateleira. Ganhe tempo onde puder. Leia sobre produtividade pessoal e gestão de projetos. Não comprometa a qualidade para ir mais rápido: trabalhe em menos produtos, em menos versões, faça o que você já sabe, foque no fundamental, etc.
Vendas é mais importante do que velocidade.
Quer dizer: velocidade só importa para gerar vendas. A sua empresa só existe depois da primeira venda. Antes, por mais que você trabalhe, ela é no máximo um businessplan com CNPJ.
Comece com serviço e escale com produto.
Serviço tem matéria-prima barata (a sua hora), exige pouco investimento e você só começa a trabalhar com receita garantida. Mas serviço depende de gente, um non-scaleble resource: ou seja, é muito difícil escalar, crescer rápido, prestando serviço. Enquanto presta serviço, desenvolva o seu produto e monte uma plataforma (equipe, sistemas e processos). Aí, em cima dessa plataforma, comece a vender o seu produto – que você consiga produzir em milhares, milhões de unidades.
Monte processos agora.
Não pare depois para fazer isso. Escreva os processos enquanto executa. Abra o Google Docs e mande bala. Um bom processo é inimigo da burocracia – e não seu orinigador. Se eles estão parecidos, é porque (1) o processo está mal desenhado ou (2) você ainda não percebeu o benefício dele quando for trabalhar em escala.
Use web-based-softwares.
Google Apps, Basecamp, Highrise, Remember the milk, Salesforce, etc. Porque são acessíveis de qualquer lugar, flexíveis, fáceis de usar, baratos, escaláveis – você paga mais no ritmo em que cresce – e não precisam de um cara de TI.
Não contrate.
Faça tudo você mesmo e seus founding partners. Se sentir que precisa contratar, olhe tudo que você está fazendo – técnicas de produtividade te ajudam a deixar isso transparente – e (1) pense se tudo isso precisa ser feito, (2) se tudo isso precisa ser feito agora e (3) se não tem uma forma de fazer essas coisas de uma forma mais eficiente.
Monte a melhor equipe do mundo, quando precisar contratar. Uma empresa de 5-10 pessoas não pode se dar ao luxo de contratar uma pessoa média. Considere – quase apenas – curiosidade, drive e ética.
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Jovens e/ou estagiários se acham os melhores profissionais do mundo. Acredite neles.                                                                                       Por vários motivos: (1) porque não tem vícios de como trabalhar, (2) porque ainda não tiveram as ambições profissionais frustradas pela burocracia de mega-corporações, (3) porque tem estagiários excelentes por aí e (4) porque são mais baratos. (Mesmo se fossem o mesmo preço de um cara com cinco anos de experiência, em muitos casos eu preferiria estagiários.) Isso não significa montar uma indústria de mão-de-obra barata: pague mais caro pelos melhores estagiários e contrate-os quando se formarem (porque, se você estiver funcionando até lá, provavelmente vai poder fazer isso.)
Procure cabelo branco, se você não tem. Não adianta passar talco. Tenha poucas pessoas mais velhas na sua equipe que te oriente no mercado, que conheça as pessoas, te ajude a evitar problemas que você enfrentará pela primeira vez, abra contato em grandes empresas (clientes, fornecedores, etc.), etc
Organize-se em peers – e não em subordinados. E numa estrutura matricial. Coloque pessoas trabalhando ao lado uma da outra e não como subordinados – o que é uma tendência natural. Mesmo que uma pessoa seja Phd e a outra esteja no primeiro ano da faculdade. Assim, você multiplica a capacidade de execução da empresa (mais responsabilidade, menos gente esperando autorização para fazer as coisas), estimula a uma colaboração entre a equipe e uma pressão/ competição peer-to-peer que, entre pessoas civilizadas, é saudável.
Empresa = Pessoas, Sistemas e Processos.
É em cima dessa plataforma que você vai escalar. Pense em como você está evoluindo nesses três aspectos sempre.
Esqueça o seu salário.
E remunere a sua equipe agressivamente em cima de metas que gerem caixa. Reinvista, enquanto puder, a sua retirada.
Plante sementes.
Você não precisa resolver todos os problemas e executar todas as idéias agora. Mas anote as idéias para serem aperfeiçoadas e executadas no futuro.
Seja obcecado por técnicas de produtividade.
Você precisa produzir umas 20 vezes mais do que uma pessoa normal, então não tente só trabalhar vinte vezes mais. (Você não tem horas no dia para isso). E isso não significa ser organizado – nem sempre organização é voltada à produtividade.
Saiba o que é fundamental.
Esqueça o resto. O dia-a-dia é lotado de distrações disfarçadas de urgências.
Monte uma estrutura no-cost.
Não gaste em nada supérfluo. (Se você não sabe o que é supérfluo, melhor não montar uma empresa.) Hoje, de sistemas a escritório físico, existem várias opções muito baratas, gratuítas e flexíveis. Peça para a sua irmã designer desenhar o logo, o seu primo arquiteto desenhar o lay-out do escritório e seu padrinho advogado montar o contrato social.
Enfie a mão na graxa e execute.
Esqueça a separação entre trabalho nobre (apresentação para investidores) e monkey-job (pedir para o administrador do prédio deixar o ar-condicionado no domingo). Três benefícios: (1) economia com assistente num primeiro momento, (2) você já vai desenhando processos para esse trabalho ser feito da forma mais rápida pelas próximas pessoas (economia de assistentes de assistentes num segundo momento) e (3) as coisas acontecem mais rápido.
Lave a mão e esteja preparado para tomar decisões mais sofisticadas.
Negociar um aporte de capital, escolher um canal de vendas, etc.
Esqueça assistentes e secretárias.
Faça a sua agenda, as suas ligações, organize as suas viagens, etc. Você vai ver – isso ainda é mais eficiente e aproxima você de cliente, fornecedores, etc.
Compartilhe as suas ideias com outras pessoas.
Isso te ajuda a pensar melhor no seu produto e na forma se organizar. As pessoas adoram ajudar quem pede ajuda. É bobagem evitar contar uma ideia supostamente genial porque a pessoa vai roubá-la. Qualquer empreendedor tem um milhão de ideias geniais na cabeça, mas só executa uma ou outra. A diferença está na execução.
Persistência é tudo.
A princípio, todo mundo é inimigo de uma empresa nova: os fornecedores tem gente mais importante para atender, concorrentes não querem ver você tomar espaço, os clientes não te conhecem, ninguém quer trabalhar numa empresa que está nascendo, etc. Você precisa partir desse pressuposto e saber explicar para as pessoas que não é bem assim (que você sabe o que está fazendo, que existe mercado, que os clientes querem o seu produto, etc.).
Trabalhe alucinadamente.
Não adianta: uma empresa não é montada só em horário comercial.
Divirta-se.
Ninguém quer trabalhar num clima cinza, chato. E um ambiente divertido é também muito mais transparente, rápido e produtivo.

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Quer completar seus projetos com sucesso? Tudo feito na hora certa, dentro de orçamento, e com os recursos disponíveis? Estes passos de administração de projeto assegurarão que você pratique administração de projeto efetiva.

projeto

1. Selecione o projeto

Monte a equipe que deve se juntar ao projeto para uma integração positiva.

2. Defina os requisitos

esperados pelos clientes interno ou externo, relacionando os resultados ou saídas do projeto.

3. Defina o escopo do projeto e o resultado desejado.

Como parte desta definição, determine onde o projeto começa e termina, identificando quais dos requisitos serão atendidos. Qual o primeiro passo? Qual é o seguintes? Qual o último?

4. Defina metas mensuráveis

que habilitarão saber que o projeto seja realizado. Defina seu orçamento para o projeto. Determine as pessoas e horas necessárias para completar o projeto.

5. Determine como você comunicará o progresso e as realizações

e coletar informações dos membros da empresa que não estão na equipe.

6. Desenhe o fluxo do processo atual

Para um projeto específico, liste os passos necessários para realizar o projeto.

7. Avalie como o projeto atual está sendo executado

agora mesmo, se for um projeto longo. Estude os dados para ajustar suas metas e expectativas.

8. Determine se há necessidade de mais informações, recursos ou as pessoas para completar o projeto

Traga as pessoas e recursos identificados para o grupo. Nesse ponto você talvez tenha que recorrer a um facilitador para obter os recursos.

9. Crie um plano de ação para completar as atividades do projeto

Aloque as pessoas apropriadas para completar cada atividade. Estabeleça uma prazo para a conclusão de cada atividade. Certifique-se de que as pessoas tenha disponibilidade de tempo necessária para aloca-la ao projeto.

10. Determine um método contínuo para identificar se os passos são realizados tão planejados

Faça reuniões semanais, instale uma agenda centralizada do projeto, publique a documentação de seu projeto, incluindo as minutas das reuniões, na sua Intranet para que todos possam interagir com o projeto.

11. Cumpra o plano de ação

Documente os métodos usados para realizar cada passo. Você pode querer compartilhar os passos e metas e duplicar aqueles bem sucedidos, registrando as experiências de sucesso.

12. Determine como a equipe irá medir, registrar, e acompanhar a efetiva implementação de projeto

Essas informações são fundamentais para o planejamento dos futuros projetos.

13. Usando os dados coletados, avalie os resultados

Como o projeto atendeu às expectativas e satisfez os planejadores e participantes? Se não, por que não? Documente os resultados para futuros projetos.

14. Reconheça e celebre as realizações da equipe

Pessoas gostam de ter seu bom trabalho reconhecido.

15. Determine como as lições aprendidas e experimentadas durante este projeto podem ser aplicadas em projetos no futuro

Compile uma relação de “melhores práticas” para a gerência de projetos.

Dicas do Marco Aurélio

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