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Posts Tagged ‘freelas’

Nesta época do ano, há milhares de novas oportunidades para voluntariado.
As ONGs buscam ajuda para distribuição de doações agora na época de Festas e costumam ter projetos especiais para ajudar mais pessoas agora no Natal.

E assim, estas instituições precisam de mais mãos, braços e cabeças voluntárias e, várias vezes, precisam de ajudas especializadas, como de designers, jornalistas, etc.

Sempre arranjamos um monte de desculpas para não ajudar: falta de tempo, tenho que me focar nas minhas obrigações, primeiro preciso ganhar mais dinheiro e tal.

Mas são apenas desculpas. Querer é poder.

Fazer trabalho voluntário costuma ser mais fácil para os freelas, pela flexibilidade, mobilidade e pelo hábito de fazer trabalhos pontuais e em diferentes lugares.

As instituições têm feito esforços para tornar o trabalho voluntário mais sólido e atraente nos seguintes aspectos:
Vale a pena pensar em alguns pontos comuns ao voluntariado e ao freelance e aproveitar esta reflexão para começar um trabalho beneficente o quanto antes:

1. Flexibilidade
Os freelancers podem fazer voluntariado enquanto trabalham. Às vezes uma ONG precisa de algo simples como alguém para atender o telefone. Se você consegue trabalhar de qualquer lugar, com uma boa conexão de internet, fica mais fácil de atender às demandas de um trabalho voluntário, enquanto vai evoluindo nos seus jobs. É só uma questão de pensar onde você poderia se encaixar para colaborar.

2. Conhecimentos especializados
As pequenas instituições priorizam voluntários que tenham disponibilidade de tempo aos que têm algum know-how específico em determinada área. Com isso, acabamos vendo inúmeros materiais de divulgação em Comic Sans, sites com erros gramaticais, etc. Voluntariando-se para projetos específicos, você pode ajudar com seu expertise adquirido na sua profissão.

3. Trabalho profissional não é trabalho voluntário
É bom enfatizar que estamos falando aqui de voluntariado, não de trabalhar de graça. Sabemos que tem aquelas pessoas que adoram pedir a um freelancer para que ele faça um job “voluntário”, simplesmente porque o cliente não tem dinheiro para pagar. A maioria destes pedidos não têm como foco trabalhos para uma ONG ou qualquer entidade sem fins lucrativos e que ajude pessoas. Isto não é trabalho voluntário.
Voluntariado é dedicar seu tempo para uma organização que está trabalhando para causas nas quais você acredita.

Ignore os pedidos de trabalhos gratuitos e foque nos trabalhos voluntários.

texto traduzido daqui.

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Você já ouviu falar do Principio de Pareto ou da regra dos 80:20? (é o princípio da teoria da cauda longa e tal…)

Ela fala que:
20% das causas resultam em 80% das consequências
20% do trabalho gera 80% do resultado
20% dos clientes proporcionam 80% do lucro
entre outros…

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Obviamente, os percentuais não são exatos, mas a premissa básica (de que uma pequena porcentagem do que fazemos traz a maior parte do resultado final) é uma ferramenta analítica muito útil para o seu negócio.
Se você quer aprender como aplicar a regra 80:20 na escolha dos seus clientes, seus preços e nos trabalhos que você faz, este artigo vai te ajudar.
Freelar 80:20 vai te permitir trabalhar menos e ganhar a mesma grana (!)
Se você tiver sorte (e perspicácia), você pode acabar aumentando a receita do seu negócio, fazendo menos e focando apenas no que realmente importa.

Usando o 80:20 nos clientes
Você consegue identificar o Principio de Pareto na sua base de clientes?
Vamos dizer que você tenha três clientes recorrentes por semana (os 20%) que pagam bem. Você tem que fazer muito pouco para manter este relacionamento: mande seu trabalho quando estiver finalizado, e pronto. Estes três clientes recorrentes provavelmente vão te render 80% do seu faturamento.
Considere os outros 80% – os clientes “de um job só”, os que pedem revisões, renegociações e coisas assim. Quando você finalizar o job deles, eles “terminam” com você.
O jeito que você vai aplicar o 80:20 para prospectar clientes é um pouco diferente, mas o espírito é o mesmo.
Sente e analise como você pode se beneficiar da regra 80:20 na prospecção dos seus clientes. Quem sabe você pare de ir atrás dos clientes de “um sucesso só” e foqu seus esforços em encontrar “O” cliente, aquele que paga bem?! 😉

Usando o 80:20 no atendimento
A ideia aqui é que 20% do relacionamento gere 80% de resultado.
Se você começa a perceber um padrão de negociações, encurte o processo criando um FAQ (respostas às perguntas frequentes) para todos os clientes prospects.
Para mim, o atendimento básico aos novos clientes é mais ou menos assim:

Primeiro email do cliente: “estou pensando em te contratar para x. Quanto você cobra?”
Resposta: ”Vou cobrar $100 por este trabalho”
Segundo email do cliente: “Você faria por $80?”
Resposta: “Não”
Terceiro email do cliente: “Hmmm… OK. Como te pago?”
Resposta: “Segue minha conta bancária”
Quarto email do cliente: “Te paguei. Vamos começar?”

Ou você pode pular esta parte. Quando um cliente te mandar um sinal de interesse e o job que ele descrever te interessa fazer, você já pode anexar um FAQ no seu primeiro email de resposta.
Outra coisa legal é você postar seus preços básicos no mesmo lugar onde você anunciar sua disponibilidade para freelas. Se você for como eu, 50% dos seus contatos iniciais vão terminar em “isto é mais do que eu posso pagar”, então evite esta troca de frustrações, já deixando seu preço claro, desde o começo.

Usando o 80:20 no dia de trabalho
Aplicado ao dia de trabalho ele representa algo como: 20% do trabalho gera 80% do dinheiro.
No meu caso, como um blogger freelancer, meu 80:20 se quebra mais ou menos assim:

80 = responder emails, ler feeds, pensar em ideias para posts, fazer lista de TO-Dos, controlar as finanças, mandar recibos
20 = escrever e finalizar artigos

Para identificar seu 80:20 a primeira pergunta que você tem que se fazer:  qual parte dos 80 você pode eliminar sem diminuir sua receita, ou pelo menos, sem perder mais dinheiro do que ganharia se redirecionasse seu tempo para tarefas dos 20?

Usando o 80:20 nos preços
Se você dobrar seus preços, mas sua prospecção de clientes cair uns 40%, você ainda estará ganhando mais dinheiro do que antes.
Menos clientes para administrar significa mais tempo no seu dia.

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Moral da história
A essência da regra do 80:20 é focar no que é importante e eliminar (ou minimizar) o que não é.
Esta é uma regra simples que pode dar um “gás” nos seus trabalhos de freelancer.

E aí, como você divide seu 80:20?

livre tradução do texto original
de Skellie Wag

leitura sugerida:

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1. NÃO COLOQUE TODO PESO DO NEGÓCIO NO PREÇO.

A grande maioria dos vendedores administra o preço como sendo o fator mais importante do processo de compra e venda. A experiência, no entanto, mostra que o preço é mais importante na mente do vendedor do que na mente do cliente.

2. NÃO PENSE QUE OS CLIENTES PENSAM COMO VOCÊ.

Os vendedores projetam nos clientes suas ideias, sentimentos e emoções. Por isso, tendem a acreditar que os clientes pensam e agem como eles. Um vendedor que está sem dinheiro tende a pensar que todos estão sem dinheiro! Só que isso não é verdade! Cada pessoa está em um estágio diferente e é impulsionada pelos seus próprios motivos. Você poderá ter o foco totalmente orientado para o preço na hora de fechar uma compra. Já para o seu cliente o preço poderá ser apenas mais um dos fatores a ser analisado ou até mesmo algo a não ser considerado. Cada um de nós tende a interpretar o mundo de acordo com a sua interpretação, bagagem emocional e poder que acredita ter.

3. NÃO DEIXE TRANSPARECER A IDEIA DE QUE SEUS PREÇOS SÃO MUITO ALTOS.

Muitas vezes a comunicação corporal contradiz o que está sendo dito através de palavras. É exatamente por esse motivo que as pessoas, quando não estão sendo sinceras ou estão faltando à verdade, evitam olhar nos olhos dos interlocutores. Se você não acreditar que o seu produto vale o que por ele está pedindo, o seu corpo acompanhará o seu pensamento e ficará mais difícil convencer os clientes a pagarem o preço pedido.

4. NÃO TENHA MEDO DE FALAR DO PREÇO.

Estudo recente mostrou que:

· 94% dos vendedores não fala sobre o preço até ser questionado pelos clientes;
· 44% dos vendedores mudam de assunto quanto questionado sobre o preço;
· 33% não diz o preço de forma clara e audível, preferindo escrever ou apontar.

Quando demonstra medo ou insegurança na hora de informar o preço você passa ao cliente a ideia de que está escondendo alguma coisa. Você não acha que o cliente vai pensar que você está inseguro porque está vendendo mais barato do que deveria, acha? Com certeza não! Você tem dificuldade de dizer o seu nome quando alguém pergunta? Não tem. Pois aja da mesma forma quando perguntarem o preço.

5. CUIDADO COM A FORMA QUE VOCÊ ADOTA PARA APRESENTAR O PREÇO.

Na hora de apresentar o preço seja direto. Você consegue perceber alguma diferença nas formas abaixo?

· O preço deste aparelho é 100;
· Nós estamos vendendo este aparelho por 100;
· O nosso preço normal é 100;
· O nosso preço de tabela é 100;

A primeira é direta. O preço é “X” e pronto. É a recomendada porque não deixa margem para o cliente pensar que poderá existir negociação. Na segunda, quando você diz: “nós estamos vendendo…”, pode ser interpretado como – o preço até agora era 100, mas pode mudar… Nas outras duas as palavras “normal” e “tabela” deixam no ar a ideia de que o preço normal é 100, mas é possível fugir da normalidade.

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6. NÃO DIGA NADA QUE PASSE A IDEIA DE QUE O SEU PREÇO É ALTO.

Existem formas de se comunicar ou até algumas frases feitas que, mesmo sendo ditas em tom de brincadeira, devem ser evitadas. Veja alguns exemplos:

· “Vou dizer o preço. Prefere saber sentado ou em pé?”;
· “O melhor que eu posso fazer é…”;
· “Você está pronto para saber o preço?”;
· “Eu sei que o meu preço não é barato, mas…”;
· “Quer saber por que o meu produto é mais caro?”.

7. NÃO DIGA NADA QUE PASSE A IDEIA DE QUE O SEU PREÇO É NEGOCIÁVEL.

Tanto você como o cliente sabem que os preços são negociáveis. Mas só use essa alternativa quando não tiver outra. A partir do momento em que você acena com a possibilidade de dar um desconto, os números começam a cair na mente do cliente. Então não diga coisas como:

· “O meu preço é 100. Está bom pra você?”;
· “O meu preço normal é 100. Mas, se você for comprar mesmo…”.
· “Para mim vender para a sua empresa é questão de honra”;
· “Nós somos parceiros há muito tempo. Não é qualquer coisa que vai nos separar”;
· “Eu preciso aumentar as vendas para a sua empresa”.

8. NÃO DIGA NADA QUE LEVE O CLIENTE A PESQUISAR PREÇO.

Muitos vendedores, e até empresas, orientam o cliente a pesquisar preço – “Se você achar mais barato volte aqui que nós cobrimos”. Você acha que o cliente não vai usar o seu preço para barganhar? Quantos clientes você já não perdeu adotando essa tática? Pode acreditar que foram muitos. Você mesmo mandou o cliente para os braços do seu inimigo. Então, não diga nada parecido com:

· O nosso preço é o mais barato da região;
· Eu o desafio a encontrar um preço mais barato na praça;
· O nosso produto tem benefícios que os outros não têm;
· O nosso preço é esse porque nós somos fabricantes;
· Você pode pesquisar por aí que não vai encontrar preço igual ao nosso.

9. NÃO INCENTIVE OS CLIENTES A CONTESTAREM O SEU PREÇO.

Alguns vendedores adotam táticas suicidas que induzem o cliente a contestar o preço. Você não deve incentivá-los. Os clientes já são suficientemente criativos para arrumar formas de se defender. Então, evite dizer coisas do tipo:

· Então me diga quanto eu devo cobrar?
· O que eu preciso fazer para vender para a sua empresa?
· Você pagaria 100 por este produto?
· Estou fazendo este preço para um teste. Depois voltamos a negociar, ok?
· Você está pensando comprar da gente este ano, não está? Pois, dependendo do pedido posso dar um desconto maior.

10. NÃO DEIXE O CLIENTE PERCEBER QUE VOCÊ ESTÁ DESESPERADO PARA VENDER.

Muitos vendedores, acreditando que conseguirão sensibilizar os clientes, utilizam táticas que apelam para a emoção. Esse método pode funcionar uma vez ou outra, mas você não deve confiar na boa vontade de todo cliente. A grande maioria vai usar essa sua franqueza como fraqueza para tirar de você tudo que puderem. Afinal “business is business”, você não acha? Então evite frases como:

· Você precisa me ajudar;
· Preciso fechar a minha quota ainda hoje;
· Só tenho esta semana para fechar a quota do trimestre;
· Se você aumentar o pedido em 10% saio daqui com a quota do mês fechada;
· Se eu sair daqui sem o pedido fechado o meu gerente vai me matar;
· Sou novo nesta região e preciso da sua ajuda para me firmar;
· Você precisa me ajudar a ganhar o leite das crianças.

post do thinkoutsider

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Quer completar seus projetos com sucesso? Tudo feito na hora certa, dentro de orçamento, e com os recursos disponíveis? Estes passos de administração de projeto assegurarão que você pratique administração de projeto efetiva.

projeto

1. Selecione o projeto

Monte a equipe que deve se juntar ao projeto para uma integração positiva.

2. Defina os requisitos

esperados pelos clientes interno ou externo, relacionando os resultados ou saídas do projeto.

3. Defina o escopo do projeto e o resultado desejado.

Como parte desta definição, determine onde o projeto começa e termina, identificando quais dos requisitos serão atendidos. Qual o primeiro passo? Qual é o seguintes? Qual o último?

4. Defina metas mensuráveis

que habilitarão saber que o projeto seja realizado. Defina seu orçamento para o projeto. Determine as pessoas e horas necessárias para completar o projeto.

5. Determine como você comunicará o progresso e as realizações

e coletar informações dos membros da empresa que não estão na equipe.

6. Desenhe o fluxo do processo atual

Para um projeto específico, liste os passos necessários para realizar o projeto.

7. Avalie como o projeto atual está sendo executado

agora mesmo, se for um projeto longo. Estude os dados para ajustar suas metas e expectativas.

8. Determine se há necessidade de mais informações, recursos ou as pessoas para completar o projeto

Traga as pessoas e recursos identificados para o grupo. Nesse ponto você talvez tenha que recorrer a um facilitador para obter os recursos.

9. Crie um plano de ação para completar as atividades do projeto

Aloque as pessoas apropriadas para completar cada atividade. Estabeleça uma prazo para a conclusão de cada atividade. Certifique-se de que as pessoas tenha disponibilidade de tempo necessária para aloca-la ao projeto.

10. Determine um método contínuo para identificar se os passos são realizados tão planejados

Faça reuniões semanais, instale uma agenda centralizada do projeto, publique a documentação de seu projeto, incluindo as minutas das reuniões, na sua Intranet para que todos possam interagir com o projeto.

11. Cumpra o plano de ação

Documente os métodos usados para realizar cada passo. Você pode querer compartilhar os passos e metas e duplicar aqueles bem sucedidos, registrando as experiências de sucesso.

12. Determine como a equipe irá medir, registrar, e acompanhar a efetiva implementação de projeto

Essas informações são fundamentais para o planejamento dos futuros projetos.

13. Usando os dados coletados, avalie os resultados

Como o projeto atendeu às expectativas e satisfez os planejadores e participantes? Se não, por que não? Documente os resultados para futuros projetos.

14. Reconheça e celebre as realizações da equipe

Pessoas gostam de ter seu bom trabalho reconhecido.

15. Determine como as lições aprendidas e experimentadas durante este projeto podem ser aplicadas em projetos no futuro

Compile uma relação de “melhores práticas” para a gerência de projetos.

Dicas do Marco Aurélio

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Freelar é ser flexivel. É uma das principais razões que leva alguém a freelar. Mas o que muitas pessoas, que estão prestes a entrar para este mundo e não tem nenhuma experiência, não percebe é que a maioria de nós temos agendas. Sem elas, fica bem difícil de realizar todo o trabalho e ainda sobrar um tempinho para a cervejinha 😉 Com certeza, essas agendas não tem nenhuma similaridade ao modelo das 9 às 6 – mas há uma lógica por trás do tempo em que realizamos nossos trabalhos.

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1. Crie Períodos

Mesmo para os freelas que cobram um valor por projeto, trabalhar em blocos ou por etapas é muito importante para você identificar quanto tempo gastou no projeto e quanta grana esta fazendo. Trabalhar em etapas tem outros benefícios também, como: se você sabe que não consegue ficar parado na frente de um computador por um certo período de tempo, você pode fazer uma agenda baseado em um limite de tempo que esteja acostumado a trabalhar. Tem gente que trabalha em blocos de 30 min. tem gente que trabalha de hora em hora, um medidor pode ser o desconforto que voce sente quando está sentado por mais que o necessário. Se você começa a se mexer muito na cadeira é porque está começando a perder a concentração. Acostumar-se com esses blocos de tempo facilitará muito o agendamento de um projeto. Uma vez fixado o período você terá bem demarcado o que consegue fazer em 30 min. ou em 1 hora, isso fará com que você evite o overbooking .

2. Qual é a hora que você funciona mais?

Existem clientes que podem pensar que você trabalha na Austrália baseado no horário que você trabalha. Quando na verdade você está na sua casinha brazuca, mas começa a trabalhar lá pelo horário que o Sol se põe. Tem gente que simplesmente não funciona de dia. Identifique com carinho qual é o horário que você funciona melhor. Às vezes, não é aquele que foi imposto por anos a fio. Isso fará com que você melhore qualitativamente e em termos de quantidade também.

Enquanto você tiver outros fatores controlando sua agenda, como crianças, encontrar um horário onde você possa produzir durante as suas horas mais produtivas talvez seja difícil, mas vale a pena o esforço.

3. Bloqueie horário para clientes

Como uma regra geral, freelas tem que gastar algum tempo se comunicando com clientes – seja por telefone ou em reunião ou outra opção – você geralmente não está produzindo nestas horas que você tem que lidar com clientes. Sua agenda pode refletir isso, suas reuniões com clientes podem acontecer nas partes do dia em que você não estaria metendo a mão na massa nos projetos. Claro que essas horas sempre caem quando o cliente está disponível para te atender.

Deixe claro desde o inicio as regras do jogo, fixe um horário e diga que estará disponível neste período para atendê-los.

4. Automatize o processo

Você nao se tornou um freela para gerenciar os processos administrativos do seu negócio: você quer desenhar, escrever ou utilizar seus outros talentos. Então utilize ferramentas para fazer cada parte da sua agenda automática e deixar você fazer o que você de fato tem que fazer. Há um zilhão de aplicativos na web que são bem bons. É mais uma questão de encontrar um que se encaixe no seu perfil. Tem por exemplo o Bookfresh que permite que os seus clientes marquem encontros com você sem que você tenha que ver a sua disponibilidade ou outros fatores. Ter um sistema deste facilita bastante. Se você tiver que mudar sua agenda caso apareça um imprevisto, o sitema informará seus clientes da situação.

livre tradução e adaptação do freelanceswitch

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