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Archive for the ‘tendência’ Category

Como a quantidade de informações gratuitas só cresce, fica cada vez mais difícil encontrar um caminho para vender conhecimento e rentabilizar conteúdo hoje em dia é um desafio. Knowledge Genie é uma startup de Los Angeles que oferece uma solução para isso, permitindo aos usuários que centralizem seus conhecimentos em determinado assunto e os apresente em um “pacote de ferramentas” customizável que pode ser compartilhado gratuitamente ou vendido.

Genie parece ser fácil de usar e ajuda o usuário a criar uma estrutura orientada para o aprendizado, permitindo que o usuário transforme seu escopo em diversos passos, recursos para download e links.

A ferramenta tem versão mais básica que é gratuita e pode ser feito upgrade para uma das versões pagas, a qualquer momento, que variam de US$ 5 a 99 por mês.

Há outras opções online para compartilhar conhecimento, como o eHow ou a Wikipedia. Mas, para quem não é muito familiarizado com ferramentas online ou não sabe bem como descrever seus know-hows, ferramentas como o Genie ajudam a quebrar a barreira para os “iniciantes”, tornando mais fácil o acesso a informações e o aprendizado da negociação online.

texto traduzido do Springwise

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Comunidade

Isso já foi dito milhões de vezes, mas o que é menos óbvio é que a mídia social permite que comunidades pequenas, com interesses muito específicos se espalhem por todo o mundo. A evolução dos meios de comunicação social também permite que as pessoas compartilhem experiências cada vez mais específicas de seu interesse. Isto propicia uma maior unidade conversa e mais importante, a inovação nessas áreas.

Transparência

O segredo e a desinformação desenfreada que marcaram o passado de muitas administrações públicas foi diminuído, em grande parte pela Internet. Enquanto os escândalos deflagrados pelo jornalismo investigativo ganharam espaço na televisão, foi na internet que sua visibilidade foi amplificada. Sites especializados em deflagrar mazelas políticas ganham cada vez mais visibilidade e servem de base para muitas pessoas decidirem o rumo de suas escolhas nas urnas.

Prestação de contas

Pequenas e grandes empresas estão empregando pessoas para ficar online quando as coisas tomam um rumo ruim. Antes da web social, quando acontecia alguma coisa ruim para a imagem das empresas elas sumiam até que a questão fosse esquecida. Hoje, insatisfação pode tomar fôlego rapidamente e de uma forma tal que pode acabar com o negócio. Atualmente, o único meio de parar esta tendência é enviar alguém para a linha de frente e enfrentar a multidão. Relações públicas em sua essência.

Personalização

Existem várias empresas que podem produzir seus desenhos em vários produtos desde simples de camisetas a calendários e canecas de café. Isso representa basicamente pequenas encomendas de coisas que são simples de fazer e são facilmente replicadas, mas é o próximo passo para artesãos que produzem pouco desenvolver bens de alta qualidade para praticamente todo tipo de aplicações. O site NOTCOT é um bom exemplo disso.

A famosa propaganda boca a boca

Antigamente o conhecimento era transmitido de orelha a orelha. Estamos agora em uma espécie de saída da idade da mídia de massa e nos tornando, como nos dias antigos, pessoas que contam histórias uns aos outros em grupos menores. A qualidade das mensagens tem melhorado porque tem uma finalidade específica e é destinada à educação, não (sempre) à persuasão.

Pequenas empresas

Pode a era do Walmart estar acabando? Este é um momento muito importante para as pequenas empresas. Enquanto o período entre 1995 e 2000 era de pequenas empresas querendo vender online, a era atual é a que lhes permite transmitir sua mensagem para um público mais amplo, focar em um público mais específico e diferenciar-se com maior eficácia. Além disso, podem criar e manter um relacionamento com o cliente baseado na confiança. Isto torna o processo de venda contínua bem mais simples e leva a um negócio centrado nos clientes, o que diminui muito a dependência do “acho que vai dar certo” durante o desenvolvimento de um produto.

via 30″

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Dando uma olhada na Revista Vida Simples deste mês, li este texto do Ronaldo Bressane.
Adorei! Então resolvi compartilhar aqui com vocês.
Boa leitura!

consciente_coletivoSocializou geral: a criação individual (e, eventualmente, o egoísmo) passou a ser questionada por uma série de artistas, produtores de conteúdo e até comerciantes. São os tempos, como dizem alguns, da “cultura wiki” (de Wikipédia, a enciclopédia online construída por milhões de autores anônimos). Mas será mesmo possível que o conhecimento seja criado coletivamente? Melhor dizendo: quais são as fronteiras entre individualidade e coletivo na solução de um problema? Dentro da nova consciência de socialização do pensamento trazida pelo colaboracionismo na web, é possível sobreviver sendo um individualista extremo? No telecatch entre competição e colaboração, quando é que acontece a passagem de bastão entre a mentalidade das Décadas do Eu (70, 80, 90) para a nova mentalidade colaborativa dos anos 00? E afinal: existe mesmo uma criatividade coletiva? Se sim, ela pressupõe o fim da autoria?

Muitas perguntas. Mas façamos uma diferença clara, binária, entre a inteligência individualista, da obra fechada, do ponto fixo, e a colaborativa, da obra aberta, da rede. Sobre esta segunda é fundamental a Obra Aberta de Umberto Eco, revolucionário estudo da teoria da informação lançado, não por acaso, no ano de 1968. Ali o ensaísta italiano propõe uma divisão entre o discurso aberto (pense na internet, de múltiplos emissores e receptores) e no discurso persuasivo (pense na TV, um só emissor, vários receptores).

Quando sugeria a “obra aberta”, Eco apenas intuía a formulação de um modelo de produção somente viável graças à nossa aceleração tecnológica. O impacto da internet tornou possível tanto ideias como o open source (do software aberto, como o Linux) quanto a disseminação de redes sociais que sustentam a ideia de uma imaginação colaborativa: nas artes plásticas, na música, na mídia, no comércio. (Ainda falta a política, mas chegaremos lá.)

Essa verdadeira inteligência colaborativa foi definida nos termos de hoje pela cientista norte-americana Vera John-Steiner, em Creative Collaboration (“Colaboração criativa”, sem edição brasileira). A autora investiga como as ideias surgem através da observação do método de trabalho de parcerias famosas, como entre os artistas Georges Braque & Pablo Picasso, ou os físicos Albert Einstein & Niels Bohr. Por certo o estudo de Vera seria ainda mais interessante se ela se detivesse no curioso caso dos escritores argentinos Jorge Luis Borges & Adolfo Bioy-Casares, que narravam “sob uma terceira persona”, um tal Bustos Domecq. Ou, em exemplo mais próximo, na intrigante maneira como os jovens escritores brasileiros Vanessa Barbara & Emilio Fraia construíram uma identidade literária comum inventando a quatro mãos o elogiado romance Verão de Chibo.

A web abriga diversas iniciativas graças a uma nova “inteligência coletiva”.

Pesquisando inteligência colaborativa na web (onde mais eu arranjaria tanto assunto?), topei com o blog de Gilberto Jr., um esperto designer de interfaces que se dedica a estudar tanto a ciência das redes quanto orientar um grupo de leitura coletiva da… Bíblia. Atendo-se aos aspectos terrenos da web 2.0, Gilberto indica a leitura de um excelente artigo de Kathy Sierra sobre a sabedoria das multidões. Segundo essa crítica professora de programação e criadora de games norteamericana, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre a comunidade em questão. Assim, agregase de algum modo a sabedoria de cada indivíduo independente (e a interdependência é a senha aqui). Kathy exemplifica:

• inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;

• inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por indivíduos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas;

• inteligência coletiva é pegar ideias de diferentes perspectivas e pessoas. Burrice das multidões é tirar cegamente uma média das ideias de diferentes pessoas e esperar um grande avanço.

Segundo Kathy, um link não fica em primeiro lugar no Google depois que todos os usuários da internet chegam a um consenso de que aquele link é o melhor. Mas o Google aproveita a inteligência coletiva contando mais pontos para os links que são citados por muitos indivíduos independentes. Por buscar consenso entre os editores dos artigos, a enciclopédia colaborativa Wikipédia poderia ser um fracasso, mas o trabalho dos administradores (tomando decisões nem sempre geradas pelo consenso) determina a qualidade do conteúdo. Isso significa que, mesmo socializada, a inteligência colaborativa não dispensa um eixo organizativo; em outras palavras, é preciso um editor.

leia texto completo aqui.

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Você ouviu falar que vai ter um workshop de CALIGRAFIA PARA DESIGNERS aqui no Pto de  Contato mas não entendeu muito bem o que é?

Então aqui vão algumas referências desta arte – a caligrafia – , que há muito tempo deixou de ser apenas coisa de convite de casamento e  invadiu o design de diversas formas.

Confira:

andreabranco

Andréa Branco

caligrafia1

Calligraffiti


Niels Shoe Meulman em ação

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Claudio Gil

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business-card_peanutcard

Toda vez que você precisa dos contatos profissionais de alguém, a pessoa lhe estende o velho e bom cartão de visitas. Mas, não importa o quão moderno o design dele seja, esse método sempre parece um pouco arcaico, não é mesmo?
E na hora que você precisa entregar um cartão seu para aquela pessoa super importante? Ou você demora horas até achar seus cartões na bolsa ou simplesmente lembra que entregou O ÚLTIMO para um velho conhecido, há cinco minutos.
Além do que, vamos combinar que falamos tanto em: pense antes de imprimir, não gaste papel à toa, ecologia, sustentabilidade, etc e tal… e quanto papel gastamos imprimindo aquele “milheiro” de cartões pessoais?!

Muita gente já tem pensado em novas saídas para estas questões. Vamos listar aqui as que mais gostamos:

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pelo celular:
Se a pessoa com quem você quer fazer contato tem um bolso para guardar o cartão, certamente deve ter um celular dentro dele. Para evitar que seu nome seja perdido, rasgado ou jogado fora, você pode usar mensagens SMS para enviar seus dados de contato. Programas como Contxts, TextID e DUB podem ajudar a criar assinaturas nesse formato, que pode ser utilizado por qualquer aparelho.
(via ResultsON)

pela web:
O MyNameIsE cria rede social móvel de contatos. Você faz o cadastro e seus dados ficam disponíveis na rede. Se conhecer alguém novo, basta adicionar na sua lista de favoritos e passar de aparelho para aparelho.
(via ResultsON)

pelo iPhone:
O iPhone tem diversos aplicativos disponíveis na App Store com cartões de visita. Uma das opções é o beamME, que permite que você crie o cartão e envie para alguém por mensagem direta.
(via ResultsON)

Imagem3MelonCard:
O designer chinês Alan Sien Wei Hshieh criou o conceito MelonCard. Cada MelonCard consiste em uma folha de vidro resistente à arranhões com uma pequena faixa que contém todas as informações em meio eletrônico: memória flash, Bluetooth, além da bateria. Quando dois MelonCards são esfregados, automaticamente trocam as informações digitais. Assim, você sai com os contatos da pessoa e vice-versa. O curioso é que o dispositivo tem até uma maneira (sigilosa) de te mostrar se você e aquela pessoa já haviam trocado contatos anteriormente, mas não se lembram, para evitar situações constrangedoras.
(via PEGN)

poken

Give me five!
Mais focado em contatos nas redes sociais, o Poken é uma ferramenta que permite que você passe para a outra pessoa (que tenha um Poken também), todos os seus perfis na web, de uma vez só. Super descoladinho, serve pra galera que quer pegar os contatos na balada, pelo seu design mais cool. Talvez você se envergonhe de pedir um “tapinha” no seu Poken na saída da reunião. Mas vale pelo fun!
(via nós mesmos)

 

 

E aquele bolo de cartões de visita que você ainda tem? RECICLE

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istock

iStockphoto é um banco de imagens conhecido entre os designer, pelos baixos valores para compra de suas fotos, ilustrações e arquivos multimídia.

A partir de agora, a empresa canadense está com planos de expandir seus serviços, comercializando logotipos criados pelos usuários do site.

Eles anunciaram que, em breve, disponibilizarão logos para que os clientes possam fazer dowload e usar como suas marcas.
Os usuários do site poderão criar, fazer upload e colocar a venda suas ideias de logotipos.
Designers profissionais também poderão participar, inclusive podem aproveitar logos antigos, que não chegaram a usar em outros trabalhos ou que não foram aprovados em outros jobs.
(nota da tradução: Aí entra uma questão ética, né gente?!)

Os logos devem ser vendidos no formato .eps, para que sejam completamente “editáveis”. Um manual com regras e dicas será lançado em breve para todos os usuários do site.
A promessa é de que iStock repasse 50% do valor ao designer, e que não há número limite de logos a ser postados.

Para incentivar o movimento, o site vai pagar 5 doletas de bônus para os primeiros 10 mil logos que forem aprovados até jan.2010
E se conseuirem bater esta meta de 10 mil logos comprados até jan.2010, os designers vão ganhar mais 5 dolares, cada.

Portanto… corram! ou melhor #corrão 😛

Para mais infos: www.istockphoto.com ou help@istockphoto.com

livre tradução do texto original

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Profissionais móveis descobrem um número ilimitado de opções quando buscam na internet um local para trabalhar, mas isto não significa que todas as opções sejam similares: disponibilidade de wifi, nível de barulho do lugar e até a qualidade do café servido são fatores que podem ter um grande impacto na produtividade destes profissionais.

É aí que entra o aplicativo WorkSnug (algo como “TrabalhoConfortável”, ao pé da letra). O aplicativo utiliza realidade aumentadapara mostrar ao usuário quais locais de trabalhos mais próximos de onde ele está, com um resumo de suas características.

A equipe  do WorkSnug passou por vários lugares – de pequenos cafés a espaços de coworking – e anotou todo os detalhes como acesso wifi, tomadas, nível de barulho, senso de comunidade e, claro, o café.

Imagem3

A cobertura do aplicativo começa por Londres e depois São Francisco.
Um dia… quem sabe um dia… teremos mapeados os locais do Brasil também!

Do que depender de nós, do Pto, em breve. ☺
Quem está afim de desenvolver a ferramenta com a gente levante a mão…

livre tradução daqui

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