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Archive for the ‘reflexão’ Category

passo #1

Defina os objetivos e agenda da reunião.
Quando estiver se preparando para a reunião, pense qual o propósito dela e o que você espera alcançar com este encontro. Escrever a pauta ajuda a realizar os objetivos. Selecione os participantes com cuidado, faça a você mesmo perguntas como “por que incluir ou excluir fulano? Por que suas contribuições podem ser importantes nesta reunião?

passo #2

Deixe preparado todos os arquivos e links que você pretende usar durante a reunião. Durante a apresentação, não perca tempo buscando algum site na internet, fotos ou vídeos que você queira mostrar para os outros. Tenha tudo pré-preparado, ao alcance do seu mouse.

passo #3

Deixe apenas os programas necessários abertos.
Deixe seu desktop limpo, sem ruídos como atalhos ou aplicativos desnecessários. Isto permitirá que você e os outros participantes se concentrem mais na reunião.

passo #4

Dê as regras antes do inicio da apresentação.
Deixe claro como vai ser conduzida a reunião. Os participantes podem fazer perguntas durante a apresentação? Ou eles devem aguardar o final? Chegando a um consenso no começo da reunião, permite que o encontro seja mais agradável.

passo #5

Interaja com os participantes.
A maior dificuldade em uma conferência pela web, é fazer com que todos mantenham o foco na reunião o tempo todo, principalmente quando nem todos conseguem se ver pela web. Então, deixe os participantes envolvidos, chame outros para conduzir a apresentação e passe o controle do mouse pra frente.

passo #6

Controle o relógio.
Comece e termine a reunião na hora certa. Programe o tempo cuidadosamente para que consigam abordar todos os assuntos da pauta. Evite longas discussões e não pare muito tempo sobre o mesmo assunto.

passo #7

Conclua a sessão.
É sempre útil recapitular o que foi discutido e confirmar a distribuição de demandas entre os participantes. Assim, você também fica com a certeza de que cumpriu os objetivos da reunião.

texto traduzido daqui.

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Nesta época do ano, há milhares de novas oportunidades para voluntariado.
As ONGs buscam ajuda para distribuição de doações agora na época de Festas e costumam ter projetos especiais para ajudar mais pessoas agora no Natal.

E assim, estas instituições precisam de mais mãos, braços e cabeças voluntárias e, várias vezes, precisam de ajudas especializadas, como de designers, jornalistas, etc.

Sempre arranjamos um monte de desculpas para não ajudar: falta de tempo, tenho que me focar nas minhas obrigações, primeiro preciso ganhar mais dinheiro e tal.

Mas são apenas desculpas. Querer é poder.

Fazer trabalho voluntário costuma ser mais fácil para os freelas, pela flexibilidade, mobilidade e pelo hábito de fazer trabalhos pontuais e em diferentes lugares.

As instituições têm feito esforços para tornar o trabalho voluntário mais sólido e atraente nos seguintes aspectos:
Vale a pena pensar em alguns pontos comuns ao voluntariado e ao freelance e aproveitar esta reflexão para começar um trabalho beneficente o quanto antes:

1. Flexibilidade
Os freelancers podem fazer voluntariado enquanto trabalham. Às vezes uma ONG precisa de algo simples como alguém para atender o telefone. Se você consegue trabalhar de qualquer lugar, com uma boa conexão de internet, fica mais fácil de atender às demandas de um trabalho voluntário, enquanto vai evoluindo nos seus jobs. É só uma questão de pensar onde você poderia se encaixar para colaborar.

2. Conhecimentos especializados
As pequenas instituições priorizam voluntários que tenham disponibilidade de tempo aos que têm algum know-how específico em determinada área. Com isso, acabamos vendo inúmeros materiais de divulgação em Comic Sans, sites com erros gramaticais, etc. Voluntariando-se para projetos específicos, você pode ajudar com seu expertise adquirido na sua profissão.

3. Trabalho profissional não é trabalho voluntário
É bom enfatizar que estamos falando aqui de voluntariado, não de trabalhar de graça. Sabemos que tem aquelas pessoas que adoram pedir a um freelancer para que ele faça um job “voluntário”, simplesmente porque o cliente não tem dinheiro para pagar. A maioria destes pedidos não têm como foco trabalhos para uma ONG ou qualquer entidade sem fins lucrativos e que ajude pessoas. Isto não é trabalho voluntário.
Voluntariado é dedicar seu tempo para uma organização que está trabalhando para causas nas quais você acredita.

Ignore os pedidos de trabalhos gratuitos e foque nos trabalhos voluntários.

texto traduzido daqui.

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Eu estudei na escola de propaganda e marketing mais desejada do Brasil: a ESPM. Nos meus quatro anos de ESPM eu nunca fui apresentado a uma matéria chamada EMPREENDEDORISMO. Eu nunca fui apresentado a nenhum tipo de aula sobre como abrir uma agência de propaganda, uma consultoria de marketing ou qualquer coisa do tipo.

Fora as aulas, as palestras esporádicas que a faculdade oferecia aos alunos eram sempre com alguma figura famosa da propaganda brasileira mostrando o seu rolo de comerciais premiados em Cannes. 9,5 em cada 10 amigos que estudaram comigo queriam trabalhar em grandes empresas e grandes agências. O sonho do ESPMer nos anos 90 era virar estagiário do Julio Ribeiro da Talent, mesmo que fosse para trabalhar de graça.

Eu estudei na ESPM no início dos anos noventa e posso garantir a vocês que nada mudou em 15 anos. Tudo continua igual. A única diferença é que a molecada hoje quer trabalhar na África ou Agência Click.

Eu acredito que as escolas de negócios deveriam ensinar, incentivar, promover e evangelizar o EMPREENDEDORISMO como caminho para os seus alunos serem bem sucedidos na vida.

Mesmo porque a Agência Click tem meia dúzia de vagas de estágio, e a faculdade tem 600 alunos.

Mas o quê exatamente as escolas de negócios deveriam ensinar sobre empreendedorismo?

1. Lidar com as pessoas

No final de uma faculdade de administração de quatro anos, os jovens passam seis meses fazendo um trabalho de conclusão de curso pasteurizado prá daná. A molecada segue o template que o professor recomenda: “fazer um documento completo com visão, missão, valores, metas, números, swot, balanced scorecard, análise competitiva, tecnologia, estratégia, balancete etc”.

A faculdade ensina que o jovem tem que ter um plano bem feito e bem estruturado para a empresa acontecer e depois, basta implementá-lo para a coisa toda acontecer. Ledo engano. A escola esquece de ensinar que existe o componente pessoas nas empresas e que esse recurso pode acabar com o super bem estruturado plano de papel.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Aprender a lidar com seres humanos”, onde a molecada será submetida a exercícios de campo onde terão que aprender a influenciar e engajar pessoas de diferentes formações e posições.

2. Ética

A molecada sai da escola sabendo o que são os 4P’s do marketing, mas em nenhum momento são forçadas a refletir sobre as premissas que devem levar em conta ao escolher fornecedores para um determinado produto, formatar políticas de preços para diferentes tipos de clientes e tratar as pessoas.

A faculdade “ensina” o jovem a desejar crescer na vida, mas não fala nada sobre como crescer fazendo o bem para os outros e para si mesmo. Crescer por crescer é a filosofia da célula do câncer!

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Ganha Ganha Ganha”, onde a molecada é obrigada a participar de jogos, simulações e interações sobre a aplicação de diferentes éticas no mundo dos negócios.

3. Ter uma Vida

A grande maioria das pessoas que resolvem se tornar empreendedoras o fazem pensando que poderão levar a vida como bem entender. Infelizmente, 99% vai perceber logo no início que o negócio nunca fecha e que o empreendedor nunca pode realmente abandonar a empresa na mão dos funcionários.

É incrivelmente difícil você levar uma vida balanceada quando você é dono do seu próprio negócio. Realmente difícil. Mas é possível. Eu conheço gente que consegue e por isso acredito que é possível.

Família, filhos, estudos, viagens, saúde, exercício para o corpo, exercício para o espírito são visões da vida que de alguma maneira precisam andar em conjunto com a empresa. É difícil, mas é possível.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria “Vida Empreendedora” para ensinar os jovens a lidar com as diferentes cobranças que a vida terá sobre quem é empreendedor.

4. Risco

A verdade é que a grande maioria das pessoas entra em uma faculdade na esperança de sair de lá com seguro de vida que lhe garanta emprego, bons salários, mulheres bonitas e status. A grande realidade é que nada é certo, principalmente quando o assunto é empreender.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada “Tudo ou Nada” onde a molecada é levada por exercícios que as expõe ao risco de ter tudo ou nada, falar em público, fazer besteira, resiliência e muito mais.

5. Quando investir e quando não investir

Empreendedor é tudo maluco. O cara visualiza uma ideia e sai fazendo as coisas sem qualquer estudo ou preparo.

O Empreendedor é movido pela paixão, o que é bem legal, mas o cara se instrumbica como ninguém. Nem tudo é convergente, nem tudo é compatível, nem tudo é necessário. Não é porque você vende cartucho de impressão que você deve vender impressoras.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada “Conquistar 50 territórios ou 3 continentes a sua escolha”, onde o jovem será levado a aprender a como manter territórios enquanto avança mundo afora.

Tô saindo com uma tocha na mão para incendiar as escolas de negócios, quem quer ir comigo?

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nota: este texto é do ótimo Ricardo Jordão Magalhães mas eu assino embaixo de cada palavra, passei pela mesma experiência na mesma ESPM.
texto lido aqui e aqui.

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Toda vez que você precisa dos contatos profissionais de alguém, a pessoa lhe estende o velho e bom cartão de visitas. Mas, não importa o quão moderno o design dele seja, esse método sempre parece um pouco arcaico, não é mesmo?
E na hora que você precisa entregar um cartão seu para aquela pessoa super importante? Ou você demora horas até achar seus cartões na bolsa ou simplesmente lembra que entregou O ÚLTIMO para um velho conhecido, há cinco minutos.
Além do que, vamos combinar que falamos tanto em: pense antes de imprimir, não gaste papel à toa, ecologia, sustentabilidade, etc e tal… e quanto papel gastamos imprimindo aquele “milheiro” de cartões pessoais?!

Muita gente já tem pensado em novas saídas para estas questões. Vamos listar aqui as que mais gostamos:

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pelo celular:
Se a pessoa com quem você quer fazer contato tem um bolso para guardar o cartão, certamente deve ter um celular dentro dele. Para evitar que seu nome seja perdido, rasgado ou jogado fora, você pode usar mensagens SMS para enviar seus dados de contato. Programas como Contxts, TextID e DUB podem ajudar a criar assinaturas nesse formato, que pode ser utilizado por qualquer aparelho.
(via ResultsON)

pela web:
O MyNameIsE cria rede social móvel de contatos. Você faz o cadastro e seus dados ficam disponíveis na rede. Se conhecer alguém novo, basta adicionar na sua lista de favoritos e passar de aparelho para aparelho.
(via ResultsON)

pelo iPhone:
O iPhone tem diversos aplicativos disponíveis na App Store com cartões de visita. Uma das opções é o beamME, que permite que você crie o cartão e envie para alguém por mensagem direta.
(via ResultsON)

Imagem3MelonCard:
O designer chinês Alan Sien Wei Hshieh criou o conceito MelonCard. Cada MelonCard consiste em uma folha de vidro resistente à arranhões com uma pequena faixa que contém todas as informações em meio eletrônico: memória flash, Bluetooth, além da bateria. Quando dois MelonCards são esfregados, automaticamente trocam as informações digitais. Assim, você sai com os contatos da pessoa e vice-versa. O curioso é que o dispositivo tem até uma maneira (sigilosa) de te mostrar se você e aquela pessoa já haviam trocado contatos anteriormente, mas não se lembram, para evitar situações constrangedoras.
(via PEGN)

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Give me five!
Mais focado em contatos nas redes sociais, o Poken é uma ferramenta que permite que você passe para a outra pessoa (que tenha um Poken também), todos os seus perfis na web, de uma vez só. Super descoladinho, serve pra galera que quer pegar os contatos na balada, pelo seu design mais cool. Talvez você se envergonhe de pedir um “tapinha” no seu Poken na saída da reunião. Mas vale pelo fun!
(via nós mesmos)

 

 

E aquele bolo de cartões de visita que você ainda tem? RECICLE

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Uma das ironias do mundo moderno é que você fala mais com pessoas que estão do outro lado do mundo do que com seu vizinho de porta.

A criação do site Stackd foi para tentar reverter esta situação, tentando aproximar as pessoas por vizinhança de local de trabalho.

Ainda é uma versão beta, e por enquanto só tem cadastrados de Nova York (onde o site foi criado), mas já estão fazendo as pessoas se conhecerem e manterem contato: “for business or beers” como diz no site.

Os criadores do site tem o seguinte discurso: “gostaríamos de pensar que são as pessoas à sua volta que fazem parte da sua rede social, pessoas que você conhece no elevador e não no facebook, pessoas que você segue até o 14o andar e não no twitter”.

Muito parecido com nosso discurso desde a criação do Pto de Contato, veja aqui.

É isso aí, povo: somos reais, antes de sermos virtuais!

Podemos continuar dando ‘boa noite’ pro @realwbonner mas não vamos esquecer de dar ‘bom dia’ pro cara que senta ao lado!

via Springwise

Update: tentamos criar um “building” pro Pto, mas o site – óbvio – só aceita endereços dos States. Damn! Alguém se habilita a programar algo parecido por aqui?

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Mark Vernon, autor de “O Podcast de Platão” e “O Guia Ancião da Vida Moderna”, fez essa lista de ensinamentos de filósofos adaptados à “era da internet”.

Lembre-se que menos é mais

É difícil pensar nisso quando tudo está a apenas um clique de distância. Tudo o que Zeus tinha para comer era um copo de água e um bolo de cevada. Menos é mais. Essa é a grande questão na “era do consumidor”.

Trabalhe para viver, não viva para trabalhar

No mundo do email, 24horas/7dias por semana, é muito fácil você trabalhar tanto e acabar se esquecendo do que realmente quer da vida

Cuidado com a volatilidade da internet

É fácil construir e destruir um herói em minutos. Sua própria vida é o “meio e mensagem” que realmente importa.

Não esqueça da Natureza

Heraclito desenvolveu uma corrente filosofica inteiramente baseada no mundo da natureza. Ele constatou que porque a agua flui, você nunca conseguirá pisar no mesmo rio duas vezes, ou seja, nada fica parado, então não adianta você ficar também.

Amizades pedem comunicação face a face

Aristóteles dizia que a verdadeira amizade é aquela em que as partes já tenham “consumido sal juntas”. Enviar SMS, mensagens no Twitter e telefonar podem ser necessários atualmente, mas isso sozinho não é suficiente para uma amizade.

Aliás, se alguém quiser comprar a camiseta da foto e desembolsar 16 doletas é só acessar o site.

para mais teorias clique aqui

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As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.

Se deseja fazer alguma diferença no mundo,  a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.

Nenhuma outra escolha terá um maior impacto no planeta, ou em sua vida.

Se o seu trabalho é chato, você provavelmente não causará muito impacto. Você pode até oferecer algum valor para as pessoas. Suficiente para pagar seu aluguel, suficiente para sobreviver. Mas não provocaria mudanças. E certamente não inspiraria outras pessoas.

Se o seu trabalho é chato, as chances são de você fazer só o suficiente para não ser demitido.

Mas se o seu trabalho instiga você, o mantém motivado até tarde da noite, e te completa, você fará mais. Você se entregará completamente. Investirá todo seu tempo nisso, com mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. É gratificante.

No fim do dia pensará: “Meu tempo foi bem gasto hoje.”

Portanto, a verdadeira questão não é se deve ou não fazer o trabalho chato ou passional. A questão é como começar.

perfect job

Os 7 passos para começar a ser pago para fazer o que ama:

1. Encontre sua paixão: Isso é sobre o seu grande amor, e que o faz vivo. Para começar, pergunte: “Pelo que eu sou louco?” “Sobre o que eu poderia falar por horas?” e “O que eu faria de graça?

2. Encontre seus pontos fortes: O que estamos procurando são coisas que você é naturalmente bom, e que te acompanham desde o nascimento. Isto é sobre a contribuição dos seus dons para o mundo. Pra começar, procure seus amigos, família ou colegas e pergunte a eles três coisas em que você é naturalmente talentoso.

3. Encontre seu valor: Encontrar a intersecção entre o que você é bom e o que as pessoas estão dispostas a pagar a você é o que fará toda a diferença. Se você não encontrar uma forma de ser pago para fazer o que ama, os próximos passos não serão muito úteis. Então vale a pena gastar algum tempo para descobrir isso. Pra começar, pense sobre os benefícios que você dará as pessoas contribuindo com seu valor. Procure por necessidades reais das pessoas, e que tenham relação com o valor que você está oferecendo.

4. Comprometa-se: Eu acredito, que mais do que qualquer outra razão, as pessoas falham no caminho do sucesso quando não se comprometem. Pensar “eu não sei” ou “talvez um dia” não levarão você ao ponto de fazer o que ama para viver. É preciso um forte comprometimento para fazer essa mudança em si mesmo. Em vez de pensar “Eu não sei”, pense “Eu vou descobrir”. Lembre-se, grandes jornadas começam com o primeiro passo.

5. Permita que aconteça: Por mais que você queira fazer essa mudança em si mesmo, pode ser difícil abandonar velhos padrões de pensamento e comportamento. Geralmente pensamos que “trabalho não deve ser divertido” ou que “devemos suportá-lo”. Derrubar estas crenças pode ser difícil, mas avançar em uma nova direção com certeza vale a pena.

6. O que você abandonará? Você pode estar pensando que não tem tempo para encarar uma nova empreitada, e você está certo. Você não terá tempo até que você arrume tempo. Há muitas coisas que colocamos em nossas agendas que achamos que temos que fazer. Mas na verdade, nosso mundo não desmoronaria se escolhessemos fazer outra coisa. Faça uma lista de todas as atividades que consomem seu tempo e que serão abandonadas para que você tenha o tempo suficiente para a nova jornada.

7. Você dirá Sim a si mesmo? Você pode querer se tornar um escritor, dentista, conselheiro, pintor ou palestrante. Se você sabe que é isso que pretende fazer e que dará significado a sua vida, então permita ser assim chamado…mesmo não estando ainda estabelecido. Mesmo se você não faça disso uma profissão em tempo integral. Abrace sua paixão, completamente e sem reservas.

Embora há mais em sua jornada do que esses sete passos, este será um grande começo. Clareza e compromisso são os maiores passos, o resto é fácil. Um passo de cada vez.

Você chegará lá. Ninguém poderá impedi-lo se você realmente desejar algo.

E lembre-se, o mundo precisa que você faça o que ama. Nada mais pode gerar mudança, ou ter um impacto maior.

Dê-se permissão. Precisamos de seus dons.

post da zumk

Este artigo é uma tradução do post The World Needs You to Do What You Love de Jonathan Mead


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