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Archive for the ‘coworking pelo mundo’ Category

blankspaces

Vídeo supercool do Blankspaces sobre como nós, coworkers, podemos utilizar códigos bem particulares de como manter a concentração e foco na hora de trabalhar.

O vídeo, muito instrutivo, mostra como lidar com coworkers, caso você queira se concentrar mais no que está fazendo.

– sem fones no ouvido: dísponivel para conversa;

– só com um fone de ouvido: fale comigo, mas seja rápido;

– com fone de ouvido (full): não chegue perto!

O mais engraçado deste fenômeno antropológico é que reparamos que nossos coworkers por aqui já agem da mesma maneira que o vídeo mostra, mesmo sem tê-lo visto.

Em lugares diferentes do mundo, apesar da velocidade de mudanças que a tecnologia nos impõe, ainda temos tempo para encontrar soluções iguais, mesmo sem contato nenhum.

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Profissionais móveis descobrem um número ilimitado de opções quando buscam na internet um local para trabalhar, mas isto não significa que todas as opções sejam similares: disponibilidade de wifi, nível de barulho do lugar e até a qualidade do café servido são fatores que podem ter um grande impacto na produtividade destes profissionais.

É aí que entra o aplicativo WorkSnug (algo como “TrabalhoConfortável”, ao pé da letra). O aplicativo utiliza realidade aumentadapara mostrar ao usuário quais locais de trabalhos mais próximos de onde ele está, com um resumo de suas características.

A equipe  do WorkSnug passou por vários lugares – de pequenos cafés a espaços de coworking – e anotou todo os detalhes como acesso wifi, tomadas, nível de barulho, senso de comunidade e, claro, o café.

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A cobertura do aplicativo começa por Londres e depois São Francisco.
Um dia… quem sabe um dia… teremos mapeados os locais do Brasil também!

Do que depender de nós, do Pto, em breve. ☺
Quem está afim de desenvolver a ferramenta com a gente levante a mão…

livre tradução daqui

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laptop

Já faz um tempo que ouvimos reclamações de coworkers que foram maltratados e tratados com desdém em cafés não só de São Paulo, caso do Renato (publicitário) , mas também de Hong Kong como o Benjamin (executive coach) e de Paris como o Amaury (projetos de mídia) . As complicações vão desde aquele sorrisinho amarelo que pergunta se o cliente aceita mais um (0 19º café) até a falta de tomadas que é disputada com a faca nos dentes, para só depois descobrir que a tomada não é compatível e você esqueceu aquele benjamim quebra-galho em casa. Tem até um movimento por aí que se intitula “movimento dos sem tomada”.

A crise fez com que a tendência de alguns cafés independentes tomasse atitudes drásticas limitando suas redes e tomadas aos clientes que não consomem ou consomem pouco. Existe até uma espécie de rodízio, em certos horários, laptops não são permitidos, e o pesadelo não acaba aí. Alguns estabelecimentos chegam ao ponto de cobrir as tomadas. É praticamente uma guerra declarada. O único detalhe que talvez eles não se dêem conta é que o inimigo neste caso é o próprio cliente. A tendência obscura acontece em Nova York, segundo o Wall Street Journal, mas já ocorre em cidades como São Francisco também. A superlotação é facilmente explanável (principalmente nos EUA) a crise deu um pé nas nadegas dos trabalhadores que agora buscam algum canto para trabalhar.

Em espaços de coworking como o Pto de Contato você pode trabalhar em paz e até pedir a opinião de quem está ao seu lado, o que achou do seu último job e ainda não vão achar que você é louco , que tal?

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São trabalhadores que, graças à tecnologia, podem levar o seu escritório nas costas a qualquer parte. Já contam com lugares em Buenos Aires que geram integração e a possibilidade de compartilhar experiências. Trata-se de uma nova modalidade laboral batizada de coworking.

São profissionais independentes. Levam seu trabalho nas costas, em seus laptops e em seus celulares. Sem horários a cumprir, nem escritório fixo. Em Buenos Aires, é um grupo em crescimento e tem nome próprio: os nômades digitais. Agora, contam com ambientes de trabalho pensados especialmente para eles: funcionais, flexíveis e com muito design.
Agora em Buenos Aires, existem espaços onde os “nômades digitais” se reúnem para trabalhar e também para compartilhar suas experiências. Ambientes de trabalho colaborativos e despojados que unem designers, consultores, programadores, produtores musicais, jornalistas e correspondentes estrangeiros, entre outras atividades.
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“Quisemos criar um espaço que dá gosto vir e que não é o típico escritório estruturado. É realmente muito flexível. Há desde postos de trabalho tradicionais até um amplo living com mesas e poltronas. Queremos promover o networking, que as pessoas não fiquem ilhadas em um escritório e que possam conhecer gente. É um lugar onde é muito possível  que haja alguma sinergia e que talvez gere até novas relações laborais.”, explica Martin Frankel, um dos sócios de Areatres, um espaço de trabalho flexível inaugurado recentemente no coração de Palermo Soho. A idéia dos sócios do empreendimento – todos “nômades digitais” – foi combinar o conforto e a informalidade de casa com a produtividade de um escritório e somar o estímulo de um grupo diverso de pessoas e negócios.

Este lugar oferece a seus usuários tecnologia como WI-FI, sistema de telefone VOIP, impressão e projeção, lockers com chave, recepcionista full time e uma sala de reuniões. Todo dia trabalham cerca de 15 a 20 pessoas, metade argentinos e metade estrangeiros que estão de passagem pela cidade e os preços variam de 80 pesos por um dia, até 4100 pesos por mês por uma sala privativa de duas pessoas.

Leia texto na íntegra, em espanhol.

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CaféSegundo o Instituto DaVinci, coworking será um dos quatorze tipos de negócio mais “trends” de 2009.

A frase é do ótimo artigo do site B2B, que foi indicado pelos nossos caros colegas americanos – trocamos e-mails todos os dias com outros espaços de coworking, para entendermos mais como outros espaços estão funcionando pelo mundo e como podemos agregar valor ao nosso.

O artigo reforça a importância de realizar networking e deixar o isolamento de casa para “trocar” e se sentir mais motivado para a tarefa árdua do dia-a-dia laboral.  É claro que um café é mais barato para se trabalhar do que um espaço de coworking. Mas o que se perde em produtividade, quando se está cercado por clientes que entram e saem de um café a todo momento sem ter um objetivo comum?

Quando estamos em um espaço onde as outras pessoas estão ocupadas, isto inspira a gente a estar ocupado também. Pensando assim, contornamos um pouco a idéia obsessiva de que espaços de coworking “devem” gerar projetos colaborativos e que grandes parcerias surjam daí. Formamos um espaço sem  grandes pretensões. Esperamos só que as pessoas se sintam mais confortáveis, que conheçam mais gente, se sintam mais motivadas e com isso tenham um sucesso maior em sua ocupação, com uma qualidade de vida que as satisfaça.

No final do artigo eles escrevem “one bagel to go, please”. Por aqui, substituimos pelo minerim pão de queijo… pra viagem, claro! E levamos nosso lanche ao espaço de coworking!

spencer_coworkingbrianleia a matéria completa: http://triangleb2b.com

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I'm Outta Here!

 

I’m outta here! – How coworking is making the office obsolete” é o primeiro (talvez de muitos!) livro sobre este novo conceito de trabalhar que é o coworking.

Escrito de forma coletiva (por que não, já que o assunto é mesmo esse!) por Drew Jones, antropólogo e consultor administrativo, Todd Sundsted, empreendedor e palestrante, e Tony Bacigalupo, fundador de um espaço de coworking em Manhattan. 

O livro traz informações sobre como surgiu o conceito, o porquê da palavra “coworking”, os primeiros espaços que surgiram, além do potencial que este conceito tem de revolucionar vidas pessoais/profissionais.

Ficou interessado? O livro está à venda pelo preço super acessível de U$18,00.

Ou então leia mais sobre no site/blog do livro http://www.imouttaherethebook.com/

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Idéia incrível da Felicity Chapman, ela participa do nosso grupo de discussão de coworkers owners.  O espaço de coworking que ela criou têm um anexo onde você pode deixar suas crianças, a idéia de poder sair de casa para trabalhar e não estar longe de seus filhos é ótima, mas a estória não para por aí. Seguindo o conceito de compartilhar trabalho, a Felicity foi mais longe e bolou um esquema para os coworkers compartilharem seus filhos. Calma, não estou falando de adoção comunitária ou nada do estilo. O que ela fez foi um sistema de banco de horas, a cada 20 horas que se utiliza o espaço, o pai ou mãe se disponibiliza a cuidar 4 horas dos pimpolhos. Você passa a conhecer melhor como seu fedelho interage com outras cianças e de quebra ainda conhece os filhos dos coworkers que estão com você. Não é ótimo? Veja a reportagem: http://www.nbcbayarea.com/around_town/the_scene/Where_Cubes_and_Crayons_Come_Together_Bay_Area.html

Clique na imagem para assistir o video da NBC

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