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Archive for the ‘colaboração’ Category

Nesta época do ano, há milhares de novas oportunidades para voluntariado.
As ONGs buscam ajuda para distribuição de doações agora na época de Festas e costumam ter projetos especiais para ajudar mais pessoas agora no Natal.

E assim, estas instituições precisam de mais mãos, braços e cabeças voluntárias e, várias vezes, precisam de ajudas especializadas, como de designers, jornalistas, etc.

Sempre arranjamos um monte de desculpas para não ajudar: falta de tempo, tenho que me focar nas minhas obrigações, primeiro preciso ganhar mais dinheiro e tal.

Mas são apenas desculpas. Querer é poder.

Fazer trabalho voluntário costuma ser mais fácil para os freelas, pela flexibilidade, mobilidade e pelo hábito de fazer trabalhos pontuais e em diferentes lugares.

As instituições têm feito esforços para tornar o trabalho voluntário mais sólido e atraente nos seguintes aspectos:
Vale a pena pensar em alguns pontos comuns ao voluntariado e ao freelance e aproveitar esta reflexão para começar um trabalho beneficente o quanto antes:

1. Flexibilidade
Os freelancers podem fazer voluntariado enquanto trabalham. Às vezes uma ONG precisa de algo simples como alguém para atender o telefone. Se você consegue trabalhar de qualquer lugar, com uma boa conexão de internet, fica mais fácil de atender às demandas de um trabalho voluntário, enquanto vai evoluindo nos seus jobs. É só uma questão de pensar onde você poderia se encaixar para colaborar.

2. Conhecimentos especializados
As pequenas instituições priorizam voluntários que tenham disponibilidade de tempo aos que têm algum know-how específico em determinada área. Com isso, acabamos vendo inúmeros materiais de divulgação em Comic Sans, sites com erros gramaticais, etc. Voluntariando-se para projetos específicos, você pode ajudar com seu expertise adquirido na sua profissão.

3. Trabalho profissional não é trabalho voluntário
É bom enfatizar que estamos falando aqui de voluntariado, não de trabalhar de graça. Sabemos que tem aquelas pessoas que adoram pedir a um freelancer para que ele faça um job “voluntário”, simplesmente porque o cliente não tem dinheiro para pagar. A maioria destes pedidos não têm como foco trabalhos para uma ONG ou qualquer entidade sem fins lucrativos e que ajude pessoas. Isto não é trabalho voluntário.
Voluntariado é dedicar seu tempo para uma organização que está trabalhando para causas nas quais você acredita.

Ignore os pedidos de trabalhos gratuitos e foque nos trabalhos voluntários.

texto traduzido daqui.

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Comunidade

Isso já foi dito milhões de vezes, mas o que é menos óbvio é que a mídia social permite que comunidades pequenas, com interesses muito específicos se espalhem por todo o mundo. A evolução dos meios de comunicação social também permite que as pessoas compartilhem experiências cada vez mais específicas de seu interesse. Isto propicia uma maior unidade conversa e mais importante, a inovação nessas áreas.

Transparência

O segredo e a desinformação desenfreada que marcaram o passado de muitas administrações públicas foi diminuído, em grande parte pela Internet. Enquanto os escândalos deflagrados pelo jornalismo investigativo ganharam espaço na televisão, foi na internet que sua visibilidade foi amplificada. Sites especializados em deflagrar mazelas políticas ganham cada vez mais visibilidade e servem de base para muitas pessoas decidirem o rumo de suas escolhas nas urnas.

Prestação de contas

Pequenas e grandes empresas estão empregando pessoas para ficar online quando as coisas tomam um rumo ruim. Antes da web social, quando acontecia alguma coisa ruim para a imagem das empresas elas sumiam até que a questão fosse esquecida. Hoje, insatisfação pode tomar fôlego rapidamente e de uma forma tal que pode acabar com o negócio. Atualmente, o único meio de parar esta tendência é enviar alguém para a linha de frente e enfrentar a multidão. Relações públicas em sua essência.

Personalização

Existem várias empresas que podem produzir seus desenhos em vários produtos desde simples de camisetas a calendários e canecas de café. Isso representa basicamente pequenas encomendas de coisas que são simples de fazer e são facilmente replicadas, mas é o próximo passo para artesãos que produzem pouco desenvolver bens de alta qualidade para praticamente todo tipo de aplicações. O site NOTCOT é um bom exemplo disso.

A famosa propaganda boca a boca

Antigamente o conhecimento era transmitido de orelha a orelha. Estamos agora em uma espécie de saída da idade da mídia de massa e nos tornando, como nos dias antigos, pessoas que contam histórias uns aos outros em grupos menores. A qualidade das mensagens tem melhorado porque tem uma finalidade específica e é destinada à educação, não (sempre) à persuasão.

Pequenas empresas

Pode a era do Walmart estar acabando? Este é um momento muito importante para as pequenas empresas. Enquanto o período entre 1995 e 2000 era de pequenas empresas querendo vender online, a era atual é a que lhes permite transmitir sua mensagem para um público mais amplo, focar em um público mais específico e diferenciar-se com maior eficácia. Além disso, podem criar e manter um relacionamento com o cliente baseado na confiança. Isto torna o processo de venda contínua bem mais simples e leva a um negócio centrado nos clientes, o que diminui muito a dependência do “acho que vai dar certo” durante o desenvolvimento de um produto.

via 30″

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Dando uma olhada na Revista Vida Simples deste mês, li este texto do Ronaldo Bressane.
Adorei! Então resolvi compartilhar aqui com vocês.
Boa leitura!

consciente_coletivoSocializou geral: a criação individual (e, eventualmente, o egoísmo) passou a ser questionada por uma série de artistas, produtores de conteúdo e até comerciantes. São os tempos, como dizem alguns, da “cultura wiki” (de Wikipédia, a enciclopédia online construída por milhões de autores anônimos). Mas será mesmo possível que o conhecimento seja criado coletivamente? Melhor dizendo: quais são as fronteiras entre individualidade e coletivo na solução de um problema? Dentro da nova consciência de socialização do pensamento trazida pelo colaboracionismo na web, é possível sobreviver sendo um individualista extremo? No telecatch entre competição e colaboração, quando é que acontece a passagem de bastão entre a mentalidade das Décadas do Eu (70, 80, 90) para a nova mentalidade colaborativa dos anos 00? E afinal: existe mesmo uma criatividade coletiva? Se sim, ela pressupõe o fim da autoria?

Muitas perguntas. Mas façamos uma diferença clara, binária, entre a inteligência individualista, da obra fechada, do ponto fixo, e a colaborativa, da obra aberta, da rede. Sobre esta segunda é fundamental a Obra Aberta de Umberto Eco, revolucionário estudo da teoria da informação lançado, não por acaso, no ano de 1968. Ali o ensaísta italiano propõe uma divisão entre o discurso aberto (pense na internet, de múltiplos emissores e receptores) e no discurso persuasivo (pense na TV, um só emissor, vários receptores).

Quando sugeria a “obra aberta”, Eco apenas intuía a formulação de um modelo de produção somente viável graças à nossa aceleração tecnológica. O impacto da internet tornou possível tanto ideias como o open source (do software aberto, como o Linux) quanto a disseminação de redes sociais que sustentam a ideia de uma imaginação colaborativa: nas artes plásticas, na música, na mídia, no comércio. (Ainda falta a política, mas chegaremos lá.)

Essa verdadeira inteligência colaborativa foi definida nos termos de hoje pela cientista norte-americana Vera John-Steiner, em Creative Collaboration (“Colaboração criativa”, sem edição brasileira). A autora investiga como as ideias surgem através da observação do método de trabalho de parcerias famosas, como entre os artistas Georges Braque & Pablo Picasso, ou os físicos Albert Einstein & Niels Bohr. Por certo o estudo de Vera seria ainda mais interessante se ela se detivesse no curioso caso dos escritores argentinos Jorge Luis Borges & Adolfo Bioy-Casares, que narravam “sob uma terceira persona”, um tal Bustos Domecq. Ou, em exemplo mais próximo, na intrigante maneira como os jovens escritores brasileiros Vanessa Barbara & Emilio Fraia construíram uma identidade literária comum inventando a quatro mãos o elogiado romance Verão de Chibo.

A web abriga diversas iniciativas graças a uma nova “inteligência coletiva”.

Pesquisando inteligência colaborativa na web (onde mais eu arranjaria tanto assunto?), topei com o blog de Gilberto Jr., um esperto designer de interfaces que se dedica a estudar tanto a ciência das redes quanto orientar um grupo de leitura coletiva da… Bíblia. Atendo-se aos aspectos terrenos da web 2.0, Gilberto indica a leitura de um excelente artigo de Kathy Sierra sobre a sabedoria das multidões. Segundo essa crítica professora de programação e criadora de games norteamericana, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre a comunidade em questão. Assim, agregase de algum modo a sabedoria de cada indivíduo independente (e a interdependência é a senha aqui). Kathy exemplifica:

• inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;

• inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por indivíduos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas;

• inteligência coletiva é pegar ideias de diferentes perspectivas e pessoas. Burrice das multidões é tirar cegamente uma média das ideias de diferentes pessoas e esperar um grande avanço.

Segundo Kathy, um link não fica em primeiro lugar no Google depois que todos os usuários da internet chegam a um consenso de que aquele link é o melhor. Mas o Google aproveita a inteligência coletiva contando mais pontos para os links que são citados por muitos indivíduos independentes. Por buscar consenso entre os editores dos artigos, a enciclopédia colaborativa Wikipédia poderia ser um fracasso, mas o trabalho dos administradores (tomando decisões nem sempre geradas pelo consenso) determina a qualidade do conteúdo. Isso significa que, mesmo socializada, a inteligência colaborativa não dispensa um eixo organizativo; em outras palavras, é preciso um editor.

leia texto completo aqui.

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Uma das ironias do mundo moderno é que você fala mais com pessoas que estão do outro lado do mundo do que com seu vizinho de porta.

A criação do site Stackd foi para tentar reverter esta situação, tentando aproximar as pessoas por vizinhança de local de trabalho.

Ainda é uma versão beta, e por enquanto só tem cadastrados de Nova York (onde o site foi criado), mas já estão fazendo as pessoas se conhecerem e manterem contato: “for business or beers” como diz no site.

Os criadores do site tem o seguinte discurso: “gostaríamos de pensar que são as pessoas à sua volta que fazem parte da sua rede social, pessoas que você conhece no elevador e não no facebook, pessoas que você segue até o 14o andar e não no twitter”.

Muito parecido com nosso discurso desde a criação do Pto de Contato, veja aqui.

É isso aí, povo: somos reais, antes de sermos virtuais!

Podemos continuar dando ‘boa noite’ pro @realwbonner mas não vamos esquecer de dar ‘bom dia’ pro cara que senta ao lado!

via Springwise

Update: tentamos criar um “building” pro Pto, mas o site – óbvio – só aceita endereços dos States. Damn! Alguém se habilita a programar algo parecido por aqui?

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istock

iStockphoto é um banco de imagens conhecido entre os designer, pelos baixos valores para compra de suas fotos, ilustrações e arquivos multimídia.

A partir de agora, a empresa canadense está com planos de expandir seus serviços, comercializando logotipos criados pelos usuários do site.

Eles anunciaram que, em breve, disponibilizarão logos para que os clientes possam fazer dowload e usar como suas marcas.
Os usuários do site poderão criar, fazer upload e colocar a venda suas ideias de logotipos.
Designers profissionais também poderão participar, inclusive podem aproveitar logos antigos, que não chegaram a usar em outros trabalhos ou que não foram aprovados em outros jobs.
(nota da tradução: Aí entra uma questão ética, né gente?!)

Os logos devem ser vendidos no formato .eps, para que sejam completamente “editáveis”. Um manual com regras e dicas será lançado em breve para todos os usuários do site.
A promessa é de que iStock repasse 50% do valor ao designer, e que não há número limite de logos a ser postados.

Para incentivar o movimento, o site vai pagar 5 doletas de bônus para os primeiros 10 mil logos que forem aprovados até jan.2010
E se conseuirem bater esta meta de 10 mil logos comprados até jan.2010, os designers vão ganhar mais 5 dolares, cada.

Portanto… corram! ou melhor #corrão 😛

Para mais infos: www.istockphoto.com ou help@istockphoto.com

livre tradução do texto original

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Comunicação fluente, colaboração e compartilhamento de informações são aspectos vitais para ter sucesso em montar um “pequeno negócio”.
Hoje em dia há milhares de opções de ferramentas sociais, mas tem uma que se destaca quando pensamos em colaboração: os wikis

colaboração

Mas o que exatamente é um Wiki?
Wiki é um “web software” que te permite criar e editar páginas interlinkadas.
Por exemplo, você cria rapidamente uma página chama “novas ideias” e coloca lá algumas informações. Em seguida, qualquer um pode acrescentar ideias, comentários ou fazer correções na página criada por você. Isto faz de um wiki uma poderosa ferramenta de colaboração.

Quais os benefícios para um pequeno negócio?

1. Compartilhar informações:
qualquer um pode agregar ideias, outros podem refinar as ideias e colaborar com seus expertises próprios. O resultado destas interferências é uma grande, única e coesa idéia criada coletivamente por um grupo, ao invés de vários pensamentos isolados e soltos por aí.

2. Rastrear revisões:
você sempre conseguirá acompanhar a evolução de uma ideia, já que todas as alterações ficam visíveis e destacadas.

3. Arquivar informações:
quando você cria um wiki, você está con struindo um depósito de informações. Isto significa que você pode arquivar documentos que possam ser importantes pra você e para sua empresa, no futuro.

4. Fácil de usar:
uma vez entendida a sintaxe, é muito mais fácil criar uma página wiki do que uma página na internet ou um post em um blog.

Quais opções existem?
Há centenas de opções de wiki softwares, alguns são melhores para um uso mais “business”:

MediaWiki: o software que está por trás da Wikipedia
PbWorks: wiki site super colaborativo
Twiki: tem sido usado pela maioria das empresas, inclusive pelo Yahoo

Uma lista com mais opções pode ser encontrada na Wikipedia.
Se quiser aprender mais, leia o “O’Reilly guide to wikis”

Texo original em inglês de Ben Parr

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land_of_innovation

Business Innovation Factory (BIF), eleito pelo Mashable um dos sete lugares para se conectar com grandes mentes, traz uma proposta bastante interessante de desenvolvimento, envolvendo inovação em áreas como saúde, educação e energia. No site, que também funciona como uma rede de colaboração criativa, você pode enviar e conferir ideias, debater temas, ou repensar e experimentar soluções para instituições públicas e privadas, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas em geral. Além disso, lá você ainda encontra vídeos, palestras, depoimentos e artigos direcionados para viciados em inovação em geral.

recomendação do Instituto Endeavor

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