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Archive for outubro \28\UTC 2009

business-card_peanutcard

Toda vez que você precisa dos contatos profissionais de alguém, a pessoa lhe estende o velho e bom cartão de visitas. Mas, não importa o quão moderno o design dele seja, esse método sempre parece um pouco arcaico, não é mesmo?
E na hora que você precisa entregar um cartão seu para aquela pessoa super importante? Ou você demora horas até achar seus cartões na bolsa ou simplesmente lembra que entregou O ÚLTIMO para um velho conhecido, há cinco minutos.
Além do que, vamos combinar que falamos tanto em: pense antes de imprimir, não gaste papel à toa, ecologia, sustentabilidade, etc e tal… e quanto papel gastamos imprimindo aquele “milheiro” de cartões pessoais?!

Muita gente já tem pensado em novas saídas para estas questões. Vamos listar aqui as que mais gostamos:

Imagem1

pelo celular:
Se a pessoa com quem você quer fazer contato tem um bolso para guardar o cartão, certamente deve ter um celular dentro dele. Para evitar que seu nome seja perdido, rasgado ou jogado fora, você pode usar mensagens SMS para enviar seus dados de contato. Programas como Contxts, TextID e DUB podem ajudar a criar assinaturas nesse formato, que pode ser utilizado por qualquer aparelho.
(via ResultsON)

pela web:
O MyNameIsE cria rede social móvel de contatos. Você faz o cadastro e seus dados ficam disponíveis na rede. Se conhecer alguém novo, basta adicionar na sua lista de favoritos e passar de aparelho para aparelho.
(via ResultsON)

pelo iPhone:
O iPhone tem diversos aplicativos disponíveis na App Store com cartões de visita. Uma das opções é o beamME, que permite que você crie o cartão e envie para alguém por mensagem direta.
(via ResultsON)

Imagem3MelonCard:
O designer chinês Alan Sien Wei Hshieh criou o conceito MelonCard. Cada MelonCard consiste em uma folha de vidro resistente à arranhões com uma pequena faixa que contém todas as informações em meio eletrônico: memória flash, Bluetooth, além da bateria. Quando dois MelonCards são esfregados, automaticamente trocam as informações digitais. Assim, você sai com os contatos da pessoa e vice-versa. O curioso é que o dispositivo tem até uma maneira (sigilosa) de te mostrar se você e aquela pessoa já haviam trocado contatos anteriormente, mas não se lembram, para evitar situações constrangedoras.
(via PEGN)

poken

Give me five!
Mais focado em contatos nas redes sociais, o Poken é uma ferramenta que permite que você passe para a outra pessoa (que tenha um Poken também), todos os seus perfis na web, de uma vez só. Super descoladinho, serve pra galera que quer pegar os contatos na balada, pelo seu design mais cool. Talvez você se envergonhe de pedir um “tapinha” no seu Poken na saída da reunião. Mas vale pelo fun!
(via nós mesmos)

 

 

E aquele bolo de cartões de visita que você ainda tem? RECICLE

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trégua

white-flagA polêmica é saudável, construtiva e agregadora.

Mas temos que saber o tênue limite entre a polêmica e a guerra de opiniões.

Perecebemos que o post anterior gerou animosidades e este não é nosso objetivo neste blog (já há inúmeros outros pela web que promovem isso).

Nossa função aqui é democratizar a informação e oferecer a maior diversidade de caminhos e opiniões, para serem julgados e seguidos, ou não!

Hoje, com os acontecimentos do HSBC e da Piauí, acabamos pisando em um campo minado.

A imparcialidade é o que deve reinar neste blog.

Nosso objetivo não é levantar bandeiras, a não ser a bandeira branca, que foi hasteada aí em cima em sinal de PAZ.

Vamos continuar falando de coworking e de colaboração. Que é a nossa praia. 🙂

<post anterior deletado, desculpem os que não conseguiram acompanhar>

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**pesquisa**

Ajude a definir os rumos do #coworking no Brasil e a fazer o Pto de Contato com um pouco do seu jeito!

De quebra, vc concorre a utilizações gratuitas no Pto!

COLABORE =)

pesquisa Pto de Contato

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Por melhor que seja a sua memória, existem poucos bons substitutos para anotações quando se trata de garantir que o que lemos ou ouvimos hoje poderá ser relembrado no momento da prova ou da escrita do relatório trimestral.

Cada pessoa tem seus próprios hábitos e demandas, mas algumas técnicas sempre podem ser usadas para melhorar a efetividade das suas anotações. Escolha entra as dicas abaixo as que melhor lhe servirem, e compartilhe as suas próprias nos comentários!

  • Escolha bem seu material: existem quase infinitas variações de papel e caneta, para não falar nos lápis! Folhas soltas, fichas, cadernos com ou sem espiral, agendas. Canetas de várias cores, pontas finas, esferográficas, tinteiro, ponta porosa. Lápis, lapiseiras e muito mais. Lembre-se de escolher uma combinação que permita conforto e que facilite a posterior leitura. Quando estou na minha mesa, sempre tenho à mão canetas de outras cores para destaques e títulos, mas vivo bem sem elas.
  • Seja legível: não precisa ter letra “de moça”, mas é essencial poder ser lido sem esforço, particularmente se estiver anotando números. Se daqui a 3 meses não for possível distinguir o 1 do 7, algo está errado.
  • Use estilos: Não é só no processador de texto que se usa negritos, sublinhados e cores. Eles ajudam a localizar o essencial, destacam informações básicas, conceitos, títulos. Mas não exagere, senão o efeito se perde.
  • Dê estrutura ao seu texto: às vezes é complicado fazer isto quando não se pode corrigir erros com facilidade, mas o uso de margens variáveis, espaço vertical em branco, molduras, linhas, numeração, símbolos e outros elementos tipográficos pode ser adaptado à escrita manual, dispensa a troca de canetas ou cores, e facilita em muito o entendimento.
  • Adote convenções pessoais: marque sempre da mesma maneira os seus comentários, observações e outros trechos não relacionados diretamente ao que estava sendo dito na reunião ou aula. Algumas pessoas usam outras cores, outras escrevem na margem da folha, outras colocam entre colchetes ou mesmo no rodapé. Escolha um estilo e fique com ele!
  • Use títulos e subtítulos:Toda página deve ter assunto e data, no topo ou na margem externa. Subtítulos bem destacados no texto também ajudam a encontrar a página certa.
  • Ilustre e faça gráficos: Estética e precisão até são importantes, mas em uma anotação o essencial é registrar a idéia com clareza. Se não tiver uma régua, escala ou talento para desenho, ao menos esquematize o suficiente para entender depois e refazer no computador.

dica do efetividade.net

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Dicas salva-vidas do icecreamnow

O Google é o sistema de buscas mais usado da rede. Aprenda a aproveitar ao máximo essa ferramenta cheia de funções que você provavelmente nem sabia que exisitiam.

Sheba and the Google sign

1- Afinando sua busca
Quer eliminar aquele bocado de coisas irrelevantes que o google manda quando faz uma pesquisa? Vamos lá: Suponha que sua pesquisa é sobre um review do livro Harry Potter (qualquer um da série) e você digitou “Harry Potter review”, a maioria de reviews que aparece é do filme e não do livro. Já que você não quer saber nada sobre o filme nesse caso, coloque no espaço ‘Harry Potter review – movie’ . Adicionar o sinal ‘negativo’ antes do item que quer eliminar remove qualquer referência de sua busca.

2-Google é uma ótima calculadora
Pressa para fazer uma conta simples? Joga no Google. Faça a conta dentro do espaço de busca (por exemplo 645*6) e aperte enter. Resultado imediato e no browser mesmo.

3-Definições de palavras em inglês

Quer um dicionário completo? Vá ao google. Digite “define:” antes da palavra desejada. Dê Enter e pronto. A definição da palavra (em inglês) prontinha e certa pra você.

4- Pesquise dentro de um único site


Quer achar uma informação dentro de um site e ele não tem busca? Simples: No espaço de buscas do Google digite o nome da página seguido por ’site:’e depois o que quer encontrar. A busca inteira é feita só na página especificada.

5-Encontre arquivos específicos


Diversos tipos de arquivos mantidos na internet também aparecem na busca do Google. Quer um mp3, um pdf, um mov.? Busque arquivos por tipos específicos digitando sua busca +’filetype:a extensão que quer encontrar’.

Aaah! O dog que você vê na foto do lado esquerdo do Google se chama Sheba, se você quer ver os comentários dele clique aqui.

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Quando eu participei do encontro Palavra na Tela, promovido pelo Digestivo Cultural, em junho deste ano, falei que as pessoas, pelo menos as que estão há mais tempo dentro dessa dinâmica da internet, estão aprendendo a equilibrar melhor as coisas.

Não ficam tanto tempo conectadas no Twitter, não caem tanto no fetiche da velocidade da comunicação, têm uma presença digital importante, porém mais discreta e equilibrada.

Apesar dessa diferença estar tênue, as pessoas estão sabendo equilibrar melhor o tempo entre o que se convencionou chamar de “vida online” e de “vida offilne”. Fiz essa afirmação sem qualquer base científica, mais na observação das pessoas próximas, conforme comentei na época.

Lembrei disso ao ler o texto desta semana de Jose Antonio Vargas, editor do Huffington Post Tech (para mim, atualmente a melhor editoria de tecnologia, voltada mais para análise e não tanto gadgets).

Vargas começa o texto afirmando que nós devemos nos desconectar. Nada de Twitter, checar emails no celular a cada 10 minutos ou atualizar o perfil do Facebook a toda hora. Nesse contexto, o jornalista perguntou a pessoas conhecidas na área de web como elas fazem para se desconectar.

CelularTodas têm o seu momento em que ficam desligadas da “vida digital”. Biz Stone, cofundador do Twitter, por exemplo, aproveita para correr, pintar e ajudar a esposa. Peter Rojas, criador do blog Engadget, por sua vez, fica com o filho e cozinha um pouco. A maioria vai ler um  livro.

Esse texto serve de fundo para outro, escrito por Arianna Huffington na estréia do HuffPostClub, espécie de clube de leituras do Huffington Post. Logo de início, na estréia, ela recomenda a leitura de In Praise of Slowness: Challenging the Cult of Speed, livro em que o jornalista Carl Honoré faz um histórico da cultura da velocidade, sobre quando começou esse nosso fascínio pela velocidade (no Brasil, o livro tem o nome de capa de Devagar).

Arianna acredita que muitos dos problemas atuais (principalmente a crise de 2008 nos mercados), em parte, podem ser resultados desse nosso fetiche pela velocidade. Contudo, o discurso não é para fazer as coisas mais lentas ou mais rápidas, mas ter uma existência mais equilibrada.

Em tempos de Twitter quase monopolizando a atenção, acho interessante acompanhar esse crescente movimento contra a vida “em tempo real”. Pensamento parecido ao do movimento “slow food“ e a favor de uma vida mais interpessoal e menos fascinada pela velocidade.

Neste mês, será lançado “A Tirania do email“, de John Freeman, livro que também vai nessa linha e ajudará a alimentar os argumentos dos que defendem uma vida mais equilibrada. Um tipo crescente de pensamento e reação que, hoje em dia, faz todo sentido.

texto do tiagodoria

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Vocês conhecem o site Somos Biografia? Muito bacana, vale a visita!

Principalmente hoje, que saiu a matéria “Geração Y na Voltagem dos Negócios” onde citam o Pto de Contato como case. 🙂

Check it out!

Geração Y na voltagem dos negócios! | Somos Biografia

Valeu pelo texto, @lele_fagundes. Arrasou!

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