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Archive for maio \22\UTC 2009

 

campagasalho

Está chegando o inverno e com certeza você vai se deparar com muita roupa encalhada no armário, casacos que não servem ou que simplesmente já não combinam mais com você. Pensando nisto, o Pto de Contato está recebendo doações! Sim, temos uma Campanha do Agasalho e todos estão convidados a fazer sua doação: coworkers, clientes esporádicos , vizinhos ou até você leitor.

As doações serão encaminhadas para a instituição beneficente Casa de Convivência, que presta assistência a moradores de rua.

A Casa de Convivência tem como missão recuperar, reeducar e reintegrar o homem e a mulher de rua à sociedade. Atende diariamente cerca de 120 moradores de rua, proporcionando serviços como banho, café, lavagem de roupa, assistência médica e odontológica, entre outras atividades de educação e integração. 

Ajude alguém neste inverno, faça sua doação!

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São trabalhadores que, graças à tecnologia, podem levar o seu escritório nas costas a qualquer parte. Já contam com lugares em Buenos Aires que geram integração e a possibilidade de compartilhar experiências. Trata-se de uma nova modalidade laboral batizada de coworking.

São profissionais independentes. Levam seu trabalho nas costas, em seus laptops e em seus celulares. Sem horários a cumprir, nem escritório fixo. Em Buenos Aires, é um grupo em crescimento e tem nome próprio: os nômades digitais. Agora, contam com ambientes de trabalho pensados especialmente para eles: funcionais, flexíveis e com muito design.
Agora em Buenos Aires, existem espaços onde os “nômades digitais” se reúnem para trabalhar e também para compartilhar suas experiências. Ambientes de trabalho colaborativos e despojados que unem designers, consultores, programadores, produtores musicais, jornalistas e correspondentes estrangeiros, entre outras atividades.
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“Quisemos criar um espaço que dá gosto vir e que não é o típico escritório estruturado. É realmente muito flexível. Há desde postos de trabalho tradicionais até um amplo living com mesas e poltronas. Queremos promover o networking, que as pessoas não fiquem ilhadas em um escritório e que possam conhecer gente. É um lugar onde é muito possível  que haja alguma sinergia e que talvez gere até novas relações laborais.”, explica Martin Frankel, um dos sócios de Areatres, um espaço de trabalho flexível inaugurado recentemente no coração de Palermo Soho. A idéia dos sócios do empreendimento – todos “nômades digitais” – foi combinar o conforto e a informalidade de casa com a produtividade de um escritório e somar o estímulo de um grupo diverso de pessoas e negócios.

Este lugar oferece a seus usuários tecnologia como WI-FI, sistema de telefone VOIP, impressão e projeção, lockers com chave, recepcionista full time e uma sala de reuniões. Todo dia trabalham cerca de 15 a 20 pessoas, metade argentinos e metade estrangeiros que estão de passagem pela cidade e os preços variam de 80 pesos por um dia, até 4100 pesos por mês por uma sala privativa de duas pessoas.

Leia texto na íntegra, em espanhol.

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Essas imagens foram cedidas pelo Montalvo Machado, só pra dar pra vcs um gostinho do Workshop!! Ainda dá tempo de se inscrever!!

Mande email para pto@ptodecontato.com.br

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Estávamos procurando alguém pra salvar, para mostrar como o coworking pode mudar a sua vida. E encontramos: PC Siqueira.

Agradecemos a todos os posts maravilhosos, de altíssima qualidade que tivemos. Muito, muito obrigado! Todos que participaram ganham um dia de graça no Pto! Mande um email pra pto@ptodecontato.com.br e marque seu dia de trabalho inspirador.

 

 

Porque eu mereço uma semana de graça no Pto?

por PC Siqueira

Bom, para começar, eu nunca fui à escola. Sério. Então eu ficava em casa 24 horas por dia, e tinha poucos amigos.

Hoje trabalho como colorista de histórias em quadrinhos, para uma editora americana. Comecei desenhando em cima da máquina de costura da minha mãe, uma Singer de 1950 (a máquina, não minha mãe).
Passaram-se anos e anos e eu continuo na casa da minha mãe, só que agora tenho um monitor grande e tenho uma tablet. Minha mãe continua meio xarope. E eu tenho muito trabalho pra fazer, e prazos apertados para entregar. O problema é – Minha mãe ainda exerce certa autoridade (também conhecida como ganhar no grito) – , o suficiente para fazer eu levantar da minha mesa para tirar roupas do varal, parar de trabalhar para gravar DVDs das novelas coreanas que ela assiste, largar meus prazos para lavar o quintal ou dar banho nos cachorros, e ainda por cima usa meu celular.
Antes que alguém me censure, saibam que eu gosto da minha mãe. Mas não dá para trabalhar e morar com ela ao mesmo tempo, e também não dá para alugar uma outra casa ainda sozinho… mas os prazos não ligam muito para esse fato, então eu tenho que fazer mesmo assim. Uma das soluções foi não dormir de madrugada, e aproveitar para trabalhar enquanto todos estão dormindo… mas isso me transformou num zumbi acéfalo e não quero mais isso para a minha vida.
Ou seja, eu mereço uma semana de alívio no Pto de Contato, só para ver que ainda há esperanças no mundo.
Obrigado.

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Como a cultura atual favorece e muda os rumos do empreendedorismo, antecipando um ciclo que antes dificilmente poderia ser quebrado. E como isso abre novas e inúmeras oportunidades de negócio.

por RENATO FIGUEIREDO.

 

Sou de uma geração que passou a infância administrando fazendas, construindo cidades, gerenciando multinacionais de transporte civil e de minerais, parques de diversões, hospitais ou mesmo até cuidando da vida de gente grande. Games como “Sim Theme Park”, “Sim City”, “Transport Tycoon”, “Theme Hospital”, e o famosíssimo “The Sims”, parecem ter marcado uma nova geração de empreendedores ao simular para as crianças e adolescentes noventistas toda a emoção, desafios e responsabilidades de se administrar negócios e empreendimentos. Mais do que simples entretenimento, os games interferem e refletem a cultura do Zeitgeist atual, e parecem ser importantes protagonistas da formação de uma nova cultura empreendedora.

 

Depois de tanto escutar histórias de multinacionais que começaram numa garagem, com simples idéias e iniciativas, se antes o caminho a ser seguido era o de “consiga um estágio, depois cresça aí dentro, vire supervisor, depois gerente e daí você vira diretor para – aí sim – pensar em ser empresário”, hoje o caminho “natural” parece ser justamente o contrário. Filmes, livros, pessoas e revistas nos colocam a pensar se a vida corporativa, esse caminho anterior, realmente pode nos levar a um destino sonhado, e não a um trabalho exaustivo, infinito e sem realização pessoal. A cultura do empreendedorismo toma lugar, portanto, cada vez mais cedo na vida do jovem profissional.

 

Quem nasceu algumas décadas antes desses games e até do próprio computador pessoal, hoje pensa em abrir seus negócios e se depara com uma força cada vez mais forte desses novos empreendedores e candidatos a milionários antes dos 30. Se lembrarmos dessa nova habilidade desenvolvida pela cultura da internet e de tais games, fica fácil enxergar como os jovens de hoje estão mais preparados para enfrentar o antes desconhecido caminho do empreendedorismo – e que, antes de histórias como Apple, Gillete, Google, You Tube e outros, simplesmente não existiam. As novas buscas no território do trabalho, onde o “sonho de trabalhar por conta própria” está cada vez mais em voga e é refletido em diversas tendências que culminam na cultura do Free Agent (leia mais em “Free Agent Nation”, livro de Daniel Pink, ainda sem tradução para o português), dão mais força ainda para essa tendência.

 

O próprio mercado de trabalho também empurra o jovem para essa vida empreendedora. Campos como os da comunicação, web, e até tecnologia, exigem cada vez mais iniciativas e idéias inovadoras, e muitas corporações e seus burocráticos processos de trabalho ainda não estão totalmente abertos à inovação. É aí que estruturas menores e independentes ganham forças e são extremamente necessárias.

  1. O aspecto financeiro, principalmente em países com complicada legislação trabalhista como o Brasil, também empurra o trabalhador para a estrutura autônoma – o que nesse caso não representa necessariamente um ganho para ele. Como aponta reportagem de capa da revista Exame n. 868, “O Salário Vai Acabar”, e modelos de remuneração terceirizada, autônoma ou mesmo por bonificação por resultados parecem ser o futuro nas empresas brasileiras e mundiais. O Free Agent na visão do empregador, portanto, passa a ser, além de opção criativa, uma alternativa mais interessante dentro da  folha de pagamento, já que ele é obrigado a ter estrutura própria de faturamento, sem se incluir nas definições e taxações da CLT.

 

A princípio, com um complicado e burocrático, difícil e até obscuro sistema contábil no Brasil, isso é ainda pior para os free agents. Mas tende a mudar e se novas oportunidades de negócio forem pescadas por investidores inteligentes – desde locais de trabalho para esses trabalhadores, bem como serviços importante de contabilidade, administração e assessoria jurídica. É mais oportunidade de negócio para todos os lados: até para os próprios free agents. Bem vindos a era do empreendedorismo.

 

Post originalmente publicado no blog Postite .

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Encerramos nossa Promoção Saia de Casa e estamos apurando os resultados.

Logo mais postaremos o ganhador! Aguarde!

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