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Archive for janeiro \27\UTC 2009

Pto na mídia

MeuProprioNegocioSaiu uma matéria na revista “Meu próprio negócio”, falando sobre o Pto de Contato e uma entrevista com a Fernanda, explicando como foi o processo de abertura do negócio.

Vale a pena conferir! Na banca mais próxima de você.

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Idéia incrível da Felicity Chapman, ela participa do nosso grupo de discussão de coworkers owners.  O espaço de coworking que ela criou têm um anexo onde você pode deixar suas crianças, a idéia de poder sair de casa para trabalhar e não estar longe de seus filhos é ótima, mas a estória não para por aí. Seguindo o conceito de compartilhar trabalho, a Felicity foi mais longe e bolou um esquema para os coworkers compartilharem seus filhos. Calma, não estou falando de adoção comunitária ou nada do estilo. O que ela fez foi um sistema de banco de horas, a cada 20 horas que se utiliza o espaço, o pai ou mãe se disponibiliza a cuidar 4 horas dos pimpolhos. Você passa a conhecer melhor como seu fedelho interage com outras cianças e de quebra ainda conhece os filhos dos coworkers que estão com você. Não é ótimo? Veja a reportagem: http://www.nbcbayarea.com/around_town/the_scene/Where_Cubes_and_Crayons_Come_Together_Bay_Area.html

Clique na imagem para assistir o video da NBC

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yogalaptop1O  designer Dan Hill que tem o blog http://www.cityofsound.com/blog/ realizou um estudo ano passado sobre como as pessoas têm se comportado em espaços que possuem wifi. Reparou como elas se comportam neste tipo de espaço, fazendo um paralelo com os asanas (se a ortografia estiver errada,  não vou prestar depoimento no DeRose) que são as posturas adotadas na prática do yoga. Ele as batizou com nomes como: “cavalo”, “sala de controle da NASA”, “lotus”…

Ele também conduz a pesquisa para que entendamos a importância do planejamento de espaços com wifi no futuro. Os espaços terão outros fatores a serem analisados em relação a este tipo de tecnologia.

De qualquer maneira me agrada a idéia de que estamos caminhando em um sentido de adotar posturas corporais diferentes do que estamos acostumados para trabalhar. A importância agora é prestarmos atenção em como vamos inventar esta nova forma para não nos enrolar.

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vaga de estágio

pto_vaga_estagio

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Olhando para esse mapa, podemos ver que os espaços que estão sendo criados pelo mundo, talvez não tenham uma relação direta com o desenvolvimento econômico de cada país. Japão e Australia. ainda estão bem carentes deste tipo de espaço. Qual seria a explicação para que esse tipo de reorganização tenha crescido mais nos EUA e Europa. Será que o coworking tende a se desenvolver em países onde a capacidade de socializar é maior? Ou será que a carência de socialização gera a necessidade de se criar tais espaços? Para mim não importa, qual a resposta, o fim é o mais importante e não os meios, e não há mais a menor dúvida de que em pouco tempo este mapa estará bem mais completo de opções para coworkers no mundo. E você, escolheria qual cidade para trabalhar?

Espaços de coworking no nosso globo azul

Espaços de coworking no nosso globo azul

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Matéria da Folha

“Coworking” reúne profissionais de diferentes áreas no mesmo espaço

PAULA GIL
da Efe, em San Francisco

Alguns são estilistas, outros programadores e outros escritores, mas todos estão unidos por um mesmo motivo: cansados do isolamento e de trabalhar na solidão de suas casas, decidiram compartilhar um escritório.

Trata-se do coworking, uma tendência cada vez mais popular nos Estados Unidos e que consiste em compartilhar o espaço de trabalho com outros profissionais, mesmo que não pertençam à mesma empresa nem realizem tarefas parecidas.

Os locais de coworking estão ganhando adeptos à medida que cresce no país o número de autônomos e de pessoas que trabalham em casa.

Segundo as últimas informações fornecidas pelo escritório federal de estatística, entre 2000 e 2005 foram registradas mais 4 milhões de empresas compostas por apenas uma pessoa.

Paralelamente, o aumento do preço da gasolina está encorajando muitos trabalhadores dos Estados Unidos –onde é habitual viver a muitos quilômetros do escritório– a negociarem com suas empresas para poder trabalhar parcialmente em casa.

Calcula-se que cerca de 26 milhões de americanos trabalham em seus domicílios pelo menos um dia por semana, o que equivale a 18% da população empregada no país.

Entretanto, ter o escritório a poucos metros do sofá também cansa. A falta de companheiros e de uma clara divisão entre o espaço de trabalho e lazer pode ser psicologicamente dura para muitas pessoas.

Uma solução simples e econômica é o “coworking”. Os locais que oferecem esse serviço estão se multiplicando nas grandes cidades americanas.

Com tarifas que ficam em cerca dos US$ 250 por mês, estes lugares oferecem mesa, conexão de internet, café de graça e, o mais importante, a possibilidade de se relacionar com outros profissionais na mesma situação.

Tendência forte

Por um pouco mais de dinheiro as pessoas podem usar outros serviços como salas de reuniões e até uma mesa cativa ou o acesso ao local a qualquer hora do dia.

Na Sandbox Suites, um dos muitos locais de San Francisco dedicados ao coworking, as tarifas variam de US$ 20 por dia para os visitantes esporádicos a até US$ 545 por mês para aqueles que querem dispor de uma escrivaninha própria permanente.

“Desde que comecei a trabalhar aqui, há cinco meses, o número de visitantes não parou de crescer e não parece que a tendência vá mudar”, diz Dominick Del Bosque, um dos responsáveis pela Sandbox Suites e produtor de cinema independente.

Muitos dos clientes assíduos da Sandbox Suites costumavam trabalhar antes em cafés, mas, segundo Del Bosque, passaram para o coworking após a primeira visita ao local.

“Para começar, nós oferecemos conexão à internet e todos os serviços de um escritório, mas, sobretudo, aqui as pessoas encontram proximidade com outros. Em um Starbucks o profissional ficará cercado de pessoas que não têm interesse algum no que você está fazendo”, declarou.

Um dos freqüentadores da Sandbox Suites é David Pascual, espanhol estabelecido em San Francisco que trabalha para o site YourStreet.com.

“Em nossa empresa, estamos espalhados pelo mundo. Aqui, somos apenas dois”, diz ele. “Para uma pequena companhia com interesse em fazer contatos, é positivo ter um espaço no qual pode colaborar com mais pessoas e, além disso, é mais barato que alugar um escritório.”

Como David Pascual, muitos visitantes habituais da Sandbox Suites têm ocupações ligadas à internet, para as quais o lugar físico de trabalho é secundário.

“Até certo ponto, eu poderia trabalhar até de Barcelona”, reconhece Pascual, “mas estar aqui me oferece a possibilidade de ter um ambiente no qual seja possível me conectar a outros e fazer crescer um pouco o negócio”.

Via http://tinyurl.com/97u9uj

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Como nossos amigos lusitanos vêem o conceito de coworking:

coworking-em-lisboaO termo coworking, criado por Brad Neuberg em meados de 2005, refere-se à partilha de um espaço, tipicamente um escritório, por várias pessoas sem uma relação aparente entre elas.

Mas o que atrai profissionais das mais variadas áreas a espaços desta natureza? Segundo o artigo “They’re Working on Their Own, Just Side by Side”, do New York Times, a razão é simples:

A maioria dos participantes em coworking diz que foram atraídos para os espaços pelas mesmas razões que inspiraram Neuberg: gostam de trabalhar de forma independente, mas são menos eficientes se estiverem sozinhos em casa. — traduzido do original

Uma das primeiras abordagens de quem procura parceiros de coworking — também conhecidos como coworkers — é pesquisar um wiki com informação local sobre o tema.

Rapidamente nos apercebemos que a secção dedicada a Lisboa contém algumas apresentações de indivíduos interessados no fenómeno e pouco mais. Aparentemente parece haver interesse mas não existem as condições materiais para que exista um ou vários espaços deste género em Lisboa.

Uma outra forma é pesquisarmos por cafés ou bares que tenham acesso WiFi gratuito. Existem vários espaços de restauração que, oferecendo WiFi gratuito, esperam atrair mais clientes e, potencialmente, mais receitas. De acordo com o wiki WiFiCafes existem dois locais deste género em Lisboa, mas imagino que existam outros.

Recentemente têm surgidos novas aproximações a este assunto por parte da comunidade startup de Lisboa. Daniel Barradas, CEO da corefactor, sugere a criação de um espaço tendo por base um armazém com dois pisos. A ideia é poder alojar empresas de base tecnológica que se possam complementar ideologicamente.

Vitor Domingos, co-fundador da 7syntax, propõe a existência de um espaço cool que ofereça aos seus utentes a) acesso rápido à internet; b) café e comida; e c) um datacenter privado. A ideia é criar sinergias em que os intervenientes beneficiem da proximidade. (mais informação)

Penso que este tema merece uma maior exposição pública. Que pensam em relação ao coworking? Gostariam de participar num projecto desta natureza?

Via http://tinyurl.com/9ub6e2

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